sábado, 25 de diciembre de 2010

Bomba contra el PSOE

Una bomba de fabricación casera provoca abundantes daños en la sede del PSdeG-PSOE de Teo, ubicada en la localidad de Cacheiras (La Coruña), muy próxima a Santiago de Compostela. El artefacto estalló en la madrugada del día de Navidad y el ruido de la explosión se escuchó a varios kilómetros de distancia. El local, situado en los bajos de un edificio, sufrió cuantiosos daños, pero no hubo heridos. 
El atentado fue reivindicado por Resistencia Galega con el siguiente comunicado:


Assumimos a acçom contra a sede do PSOE em Teo
O PSOE desde a gestom do governo espanhol, dirige e executa o processo de destruiçom do País, é responsável pola ofensiva espanholista que procura a nossa assimilaçom polo imperialismo espanhol, pola aniquilaçom do nosso território e os nossos sectores produtivos, pola venda dos nossos recursos a interesses alheios ao nosso povo. Também é responsável directo da fascistizaom, do recurte de direitos sociais, da repressom, das reformas neoliberais agressivas com as classes populares.
Os partidos políticos do regime, PP e PSOE, representam os interesses do imperialismo espanhol e da sua burguesia na nossa Terra, som inimigos directos da nossa Pátria, e polo tanto objectivos militares permanentes.
Ante um marco jurídico-políticos que impossibilita a soberania para o nosso País, que perpetua um modelo sócio-económico injusto e depredador, que aplica a repressom contra as legítimas reivindicaçons de liberdade e justiça e nos leva a esmorecer baixo a opressom espanhola, entendemos a luita armada como um elemento prioritário e determinante processo de libertaçom nacional.
Todos os métodos de luita som pertinentes e necessários, e se o nosso povo quer avançar decididamente pola libertaçom deve caminhar cara o combate com todas as consequências.
O combate independentista defende a Terra, enfrenta directamente o inimigo, devolve algum golpe e demonstra que a liberdade ainda é possível.
Fazemos um chamamento a todo o povo galego a avançar sem medo polo vieiro aberto, a somar-se cada quem desde a sua disponibilidade e compromisso à urgente e imprescindível tarefa da resistência cara a Independência nacional.
VIVA GALIZA CEIVE
VIVA A RESISTÊNCIA GALEGA
DENANTES MORTOS QUE ESCRAVOS

sábado, 18 de diciembre de 2010

Se presenta el 'Acordo Democrático Nacional'

La organización soberanista 'Causa Galiza' presenta el denominado Acordo Democrático Nacional, basado en principios soberanistas, como "alternativa" al proceso de reforma estatutaria en Galicia.

En un acto celebrado en el Pazo da Cultura de Pontevedra se presentaron los ocho puntos básicos de sus reivindicaciones avalados por diez organizaciones diferentes.
En el acto en el que se ha llevado a cabo la firma del acuerdo --que ha sido conducido por Leo F. Campos y Séchu Sende-- se ha hecho mención a "la tradición histórica de la lucha autodeterminista", con un recuerdo para figuras como Alexandre Bóveda o las Bases Democráticas Galegas.

El Texto:  


I. A soberania política na Galiza corresponde exclusivamente ao Povo Galego. Exigimos o reconhecimento e o exercício sem limites do direito de autodeterminaçom nacional e a constituiçom da República Galega.
II. A participaçom do Povo Galego e das suas organizaçons sociais, sindicais e políticas na gestaçom do quadro jurídico-político nacional, assim como a sua aprovaçom por parte da maioria social, som requisitos imprescindíveis sem os quais nengumha alternativa ou proposta pode gozar da legitimidade democrática necessária para se levar a cabo.
III. A soberania nacional do Povo Galego estende-se a todos os recursos, a toda a riqueza e a todos os processos que produzem riqueza na Naçom, incluidos o controlo dos meios de produçom, das fontes energéticas e do território.
IV. O novo quadro garantirá o desenvolvimento económico auto-centrado, um modelo produtivo que respeite e proteja o nosso património natural e que esteja submetido em todo o momento ao controlo directo da maioria social ao igual que toda a estrutura política, económica e social do País.
V. Defesa dum Quadro Galego de Relaçons Laborais que garanta a melhora das condiçons de vida e de trabalho da classe trabalhadora galega e avanze no reparto social da riqueza. Superaçom da lacra social da emigraçom, a precariedade e a sobre-exploraçom.
VI. Plena normalizaçom do Galego como língua própria da Galiza. As instituiçons da Galiza soberana trabalharám para a hegemonia social do língua do País e a sua plena recuperaçom, respeitando os direitos das minorias lingüísticas.
VII. Democracia real e participativa. Reconhecimento pleno de todas as liberdades democráticas para toda a populaçom galega. Retirada das forças policiais e militares espanholas do território galego. Aboliçom da legislaçom e as instituiçons actualmente responsáveis pola repressom.
VIII. O território da Naçom sobarda o da Comunidade Autónoma Galega. As comarcas galegas historicamente esgaçadas do território nacional pola administraçom do Estado disporám de mecanismos democráticos para se reincorporarem à Galiza.

Assinan: Adiante, Assembleia da Mocidade Independentista, Ceivar, Colectivo Nacionalista de Marín, Central Unitaria dos Traballadores, Espaço Irmandinho, Frente Popular Galega, Movemento pola Base, Partido Comunista do Povo Galego, Redes Escarlata.

miércoles, 15 de diciembre de 2010

Ataques contra el INEM



.- Un local del INEM situado en el polígono residencial de Torneiros fase III de Porriño (Pontevedra) es atacado por un 'cóctel molotov 'de madrugada.

.- Lanzados de madrugada dos artefactos incendiarios en una oficina de empleo de la Xunta en el barrio de Coia en Vigo que causan daños materiales. La grabación de una cámara de seguridad permitió observar la huida de varias personas en un vehículo, lo que llevó a la detención de Miguel Nicolás (24 años) en O Porriño. 

El sindicalista de la CUT Miguel Nicolás Aparicio logró su libertad provisional bajo fianza de 3.000 euros el 2 de mayo de 2012. El joven empleado del sector naval abandonó el centro penitenciario de Zuera en Zaragoza, donde le recogieron varios compañeros del comité de apoyo Csamt que recaudaron el dinero para su excarcelación durante las movilizaciones del 1 de mayo.