viernes, 3 de noviembre de 2017

Manifestación nacionalista

Cientos de personas se han congregado en una manifestación en Santiago de Compostela para reclamar la puesta en libertad de los ex miembros de la Generalitat y de los presidentes de Òmnium y ANC, Jordi Cuixart y Jordi Sánchez, a los que consideran "presos políticos".

A la manifestación, en la Plaza del Toural, asistió el político nacionalista Xosé Manuel Beiras que ha alertado de que si el Estado continúa actuando de esta forma "acabaremos presos políticos toda a xente decente que dá a cara".

Beiras ha insistido en que en España existen presos políticos pero ya desde hace mucho tiempo puesto que "desde fai catro anos hai mozos galegos presos por suposto terrorismo, sen probas por andar cunhas mochilas", ha recordado en alusión a jóvenes que formaban parte de Resistencia Galega.

martes, 17 de octubre de 2017

Ataque a residencia Feijóo

Sobre las cinco de la mañana, un individuo lanzó un artefacto explosivo contra el muro de la residencia oficial del presidente de la Xunta de Galicia, en Monte Pío (Santiago de Compostela)
Poco después, en el centro de la ciudad hubo destrozos en dos cajeros automáticos, uno en la esquina entre Santiago de Chile y A Rosa y otro en San Pedro de Mezonzo. 

miércoles, 28 de junio de 2017

Denuncia agresión

La eurodiputada de AGE (Alternativa galega de esquerda en Europa), Lidia Senra Rodríguez,  presenta un escrito dirigido a la Comisión Europea en el que denuncia una supuesta agresión sufrida por el preso Adrián Mosquera Pazos, vinculado con Resistencia Galega, en la cárcel de Mansilla de las Mulas (León) por parte de un funcionario de este centro.
Según detalla en un comunicado, el preso denunció el caso judicialmente el pasado 25 de abril, indicando que había sido agredido cuando estaba haciendo yoga, provocándole contusiones en la cabeza.
Senra ha instado al ente comunitario a tomar medidas y mostrar su compromiso con la salvaguarda de los derechos humanos, apelando al artículo 4 de la Carta de Derechos Fundamentales de la UE que recoge que “nadie podrá ser sometido a tortura ni a penas o tratos inhumanos o degradantes”.

miércoles, 21 de junio de 2017

Detenciones en Galicia

Agentes de la Guardia Civil detienen a tres personas ligadas al colectivo Ceivar por presuntos delitos de enaltecimiento del terrorismo. Los tres fueron arrestados en el marco de la operación Jaro II, acusados de actos de propaganda y exaltación del grupo terrorista Resistencia Galega. Tras la realización de registros en sus domicilios, en los que los agentes de la Guardia Civil se incautaron de material, los detenidos fueron puestos en libertad, aunque están imputados por enaltecimiento del terrorismo. 
Uxío Caamaño, un histórico del independentismo, fue detenido en Vilaboa (Pontevera); Fonso L., en Vilamarín (Ourense); e Iria C. en O Milladoiro (Ames).

sábado, 13 de mayo de 2017

Salida de prisión

Recibimiento en Santiago de Compostela de Antom Santos tras cinco años de prisión. Salió el 28 de abril de la cárcel de Mansilla de las Mulas.
Un fragmento del acto puede verse aquí:

https://www.youtube.com/watch?v=WTc417bo5ls

sábado, 15 de abril de 2017

Comunicado presos independentistas

Comunicado del Colectivo de presos independentistas gallegos:

O Colectivo de Pres@s Independentistas Galeg@s comparece públicamente um 17 de abril máis, ante o espaço social, político e solidario independentista e nacionalista para achegar a nossa tradicional mensagem nesta jornada internacional de apoio as pres@s polític@s.

Se bem no ano transcorrido desde o anterior comunicado editado nesta jornada, nom se produzirom cambios relevantes na nossa situaçom penitenciária, si podemos afirmar que a fim do ciclo eleitoral culminado com as eleiçons de Setembro, nos apresentam um próximo período político caracterizado pro um Governo espanhol continuista na súa ofensiva neoliberal e espanholista contra a maioría social e contra a nossa Naçom junto a um Governo autonómico subsidiario da Moncloa disposto a cumprir sem reparo algum as diretrizes anti-galegas desenhadas por Madrid. Com toda probabilidade, o Estado perseverará no recorte de dereitos e liberdades e na represom da contestaçom social ao amparo da agenda e do discurso securocráta em que vive inmersa Europa. Nesta cojuntura nom se percibem condiçons favoráveis a mudanças sustanciais na política carcerária que vimos sofrendo @s militantes galeg@s encarcerad@s.

Aínda assim, entendemos que a prorroga estéril desta dinámica de castigo imposta nas cadeias está esgotada em atençom ás motivaçons que se atopam na génese da dispersom penitenciaria desenhada polo Estado nos anos 80.

Sendo consciente da difícil cojuntura actual, meramente esboçada; o nosso Colectivo acordou enfrentar a adversidade dando passos para abrir fendas na política da excepçom denunciada; assim a começar polas solicitudes de traslado e agrupamento do nosso Coletivo na cadeia de Teixeiro, tramitadas desde Novembro de 2016, que se atopam em curso. Assim mesmo, mantemos as medidas reivindicativas mensais e vimos de dirigir escritos a algumhas instituiçons reclamando o respeito dos nossos dereitos como cidadáns encarcerad@s. Nesta mesma linha, decidimos oferecer aos militantes sometid@s ao régime pechado, a possibilidade de iniciar os recursos pertinentes para a progressom ao régime ordinário, o que suporía flexibiliçar as actuais condiçons de encarceramento.

Com as solicitudes de traslado em marcha, o nosso Colectivo pretende um punto de inflexom na luita pola volta á Galiza, para o que consideramos imprescindível actuar um amplo espaço social na defessa dos dereitos que nos correspondem como prisioneir@s e polo cesse da política penitenciária vigente. Desde o reconhecimento á valiossa assistência despregada, desde hai máis de umha década polas ferramentas anti-repressivas e solidarias operativas e sabendo do seu necessário papel político, que lhe segue correspondendo; consideramos vigente multiplicar o espaço hoje movilizado polos dereitos d@s pres@s e abrir vías que nos permitam achegarnos á Terra e ás rúas.

Nesta direcçom, o nosso Colectivo adoptará as iniciativas necessárias para contribuír a impulsar umha dinámica social, ampla e plural polo traslado.

Chamamos ao espaço indepentista e nacionalista, a todas as pessoas demócratas e sensíveis aos dereitos humanos a manterse atent@s ás iniciativas polo traslado, solicitando a vossa implicaçom activa para conseguirmos entre tod@s a voltar a Galiza e o agrupamento do CPIG como primeiro passo cara a liberade d@s pres@s independentistas galeg@s.

Queremos culminar esta comunicaçom manifestando o nosso agradecemento as pessoas solidarias que com o seu esforço e trabalho diario nos ajudam a resistir nsa cadeias espanholas. A tod@s vós, que com visitas e cartas, coidados e atençoms, com denuncias e mobilizaçons... dotades de sentido esta jornada anti-represiva solidaria. Ánimo e força! Adiante a solidariedade!

Viva Galza ceive!!

Denantes mort@s que escrav@s!!>

martes, 21 de marzo de 2017

Manifiesto Abrolhar

Se hace público el siguiente manifiesto:

MANIFESTO ABROLHAR

A SOCIEDADE GALEGA CONTRA A CRIMINALIZAÇOM
DAS IDEIAS E A PERSECUÇOM DO INDEPENDENTISMO

As pessoas abaixo-assinadas, desde distintos setores sociais, sindicais, culturais e políticos deste País, sendo conhecedoras da detençom de 9 independentistas galeg@s em 2015 no marco da Operación Jaro e da sua imputaçom em imaginários delitos que podem supor o seu encarceramento, e estando preocupadas com a ilegalizaçom da organizaçom independentista Causa Galiza pola Audiencia Nacional que, a posteriori, foi “legalizada” por este mesmo tribunal,

PROCLAMAMOS

1º Que denunciamos e rechaçamos, com absoluta claridade e contundência, a montagem policial e judicial iniciada em 2015 contra umha organizaçom política e a sua militáncia com a pretensom de criminalizar e minorizar um posicionamento político digno e legítimo como é a constituiçom da Galiza em Estado como acontece hoje noutras naçons de Europa e debilitar, ainda mais, o estado atual das liberdades democráticas na Galiza.

2º Que exigimos do Governo espanhol, último responsável por esta operaçom, o arquivo definitivo da causa penal aberta a nove independentistas galegas e galegos no tribunal sucessor do TOP da Ditadura simplesmente por serem isso: independentistas que trabalham e luitam pola construçom e a liberaçom nacional deste País.

3º Reclamamos das autoridades espanholas o cessamento unilateral e imediato deste tipo de operativos repressivos cuja exclusiva finalidade é satanizar um projeto político e furtar à sociedade galega o debate livre, aberto e plural de ideias e perspetivas de País que é inerente a qualquer sistema que se proclame “democrático”.

4º Por último, convidamos os galegos e as galegas a participar na mobilizaçom nacional que convocarám @s processad@s e distintos agentes sociais, sindicais e políticos deste País no próximo 23 de abril em Compostela. O objetivo da citada mobilizaçom é reivindicar perante o Governo espanhol os pontos anteriores, desde a consciència de que a mobilizaçom e a pressom social som capazes de desbaratar montagens repressivas de profundo impulso político como a que estamos a contemplar.

Na Galiza, em 21 de março de 2017
Início da Primavera

A continuación figuran 600 firmantes.

domingo, 12 de febrero de 2017

Vuelta a la disciplina del grupo

El Colectivo de presos independentistas hace público un comunicado en el que informa de la "reintegración" de Diego Santim a la disciplina del colectivo, transcurrido un año desde su petición de reingreso.

El comunicado afirma:

Nos dias seguintes ao seu ingresso em prisom cursou petiçom de incorporaçom à nossa disciplina orgánica, dando efectivo cumprimento à disposiçom manifestada publicamente por ele mesmo em datas prévias ao encarceramento, na que assimesmo fazia autocrítica, aderia e reconhecia a linha revolucionária que vem sustentando o CPIG, como agente político dos/as prisioneiros/as políticos/as independentistas.

O nosso coletivo avaliou estabelecer um período transitório no que este militante vem cumprindo com a dinámica de luita (protestos, reivindicaçons conjuntas perante a administraçom penitenciária, etc.) e acreditando estar comprometido com a luita galega; consequentemente consideramos que concorrem as circunstáncias necessárias para a sua reintegraçom à disciplina do CPIG.