sábado, 13 de mayo de 2017

Salida de prisión

Recibimiento en Santiago de Compostela de Antom Santos tras cinco años de prisión. Salió el 28 de abril de la cárcel de Mansilla de las Mulas.
Un fragmento del acto puede verse aquí:

https://www.youtube.com/watch?v=WTc417bo5ls

sábado, 15 de abril de 2017

Comunicado presos independentistas

Comunicado del Colectivo de presos independentistas gallegos:

O Colectivo de Pres@s Independentistas Galeg@s comparece públicamente um 17 de abril máis, ante o espaço social, político e solidario independentista e nacionalista para achegar a nossa tradicional mensagem nesta jornada internacional de apoio as pres@s polític@s.

Se bem no ano transcorrido desde o anterior comunicado editado nesta jornada, nom se produzirom cambios relevantes na nossa situaçom penitenciária, si podemos afirmar que a fim do ciclo eleitoral culminado com as eleiçons de Setembro, nos apresentam um próximo período político caracterizado pro um Governo espanhol continuista na súa ofensiva neoliberal e espanholista contra a maioría social e contra a nossa Naçom junto a um Governo autonómico subsidiario da Moncloa disposto a cumprir sem reparo algum as diretrizes anti-galegas desenhadas por Madrid. Com toda probabilidade, o Estado perseverará no recorte de dereitos e liberdades e na represom da contestaçom social ao amparo da agenda e do discurso securocráta em que vive inmersa Europa. Nesta cojuntura nom se percibem condiçons favoráveis a mudanças sustanciais na política carcerária que vimos sofrendo @s militantes galeg@s encarcerad@s.

Aínda assim, entendemos que a prorroga estéril desta dinámica de castigo imposta nas cadeias está esgotada em atençom ás motivaçons que se atopam na génese da dispersom penitenciaria desenhada polo Estado nos anos 80.

Sendo consciente da difícil cojuntura actual, meramente esboçada; o nosso Colectivo acordou enfrentar a adversidade dando passos para abrir fendas na política da excepçom denunciada; assim a começar polas solicitudes de traslado e agrupamento do nosso Coletivo na cadeia de Teixeiro, tramitadas desde Novembro de 2016, que se atopam em curso. Assim mesmo, mantemos as medidas reivindicativas mensais e vimos de dirigir escritos a algumhas instituiçons reclamando o respeito dos nossos dereitos como cidadáns encarcerad@s. Nesta mesma linha, decidimos oferecer aos militantes sometid@s ao régime pechado, a possibilidade de iniciar os recursos pertinentes para a progressom ao régime ordinário, o que suporía flexibiliçar as actuais condiçons de encarceramento.

Com as solicitudes de traslado em marcha, o nosso Colectivo pretende um punto de inflexom na luita pola volta á Galiza, para o que consideramos imprescindível actuar um amplo espaço social na defessa dos dereitos que nos correspondem como prisioneir@s e polo cesse da política penitenciária vigente. Desde o reconhecimento á valiossa assistência despregada, desde hai máis de umha década polas ferramentas anti-repressivas e solidarias operativas e sabendo do seu necessário papel político, que lhe segue correspondendo; consideramos vigente multiplicar o espaço hoje movilizado polos dereitos d@s pres@s e abrir vías que nos permitam achegarnos á Terra e ás rúas.

Nesta direcçom, o nosso Colectivo adoptará as iniciativas necessárias para contribuír a impulsar umha dinámica social, ampla e plural polo traslado.

Chamamos ao espaço indepentista e nacionalista, a todas as pessoas demócratas e sensíveis aos dereitos humanos a manterse atent@s ás iniciativas polo traslado, solicitando a vossa implicaçom activa para conseguirmos entre tod@s a voltar a Galiza e o agrupamento do CPIG como primeiro passo cara a liberade d@s pres@s independentistas galeg@s.

Queremos culminar esta comunicaçom manifestando o nosso agradecemento as pessoas solidarias que com o seu esforço e trabalho diario nos ajudam a resistir nsa cadeias espanholas. A tod@s vós, que com visitas e cartas, coidados e atençoms, com denuncias e mobilizaçons... dotades de sentido esta jornada anti-represiva solidaria. Ánimo e força! Adiante a solidariedade!

Viva Galza ceive!!

Denantes mort@s que escrav@s!!>

martes, 21 de marzo de 2017

Manifiesto Abrolhar

Se hace público el siguiente manifiesto:

MANIFESTO ABROLHAR

A SOCIEDADE GALEGA CONTRA A CRIMINALIZAÇOM
DAS IDEIAS E A PERSECUÇOM DO INDEPENDENTISMO

As pessoas abaixo-assinadas, desde distintos setores sociais, sindicais, culturais e políticos deste País, sendo conhecedoras da detençom de 9 independentistas galeg@s em 2015 no marco da Operación Jaro e da sua imputaçom em imaginários delitos que podem supor o seu encarceramento, e estando preocupadas com a ilegalizaçom da organizaçom independentista Causa Galiza pola Audiencia Nacional que, a posteriori, foi “legalizada” por este mesmo tribunal,

PROCLAMAMOS

1º Que denunciamos e rechaçamos, com absoluta claridade e contundência, a montagem policial e judicial iniciada em 2015 contra umha organizaçom política e a sua militáncia com a pretensom de criminalizar e minorizar um posicionamento político digno e legítimo como é a constituiçom da Galiza em Estado como acontece hoje noutras naçons de Europa e debilitar, ainda mais, o estado atual das liberdades democráticas na Galiza.

2º Que exigimos do Governo espanhol, último responsável por esta operaçom, o arquivo definitivo da causa penal aberta a nove independentistas galegas e galegos no tribunal sucessor do TOP da Ditadura simplesmente por serem isso: independentistas que trabalham e luitam pola construçom e a liberaçom nacional deste País.

3º Reclamamos das autoridades espanholas o cessamento unilateral e imediato deste tipo de operativos repressivos cuja exclusiva finalidade é satanizar um projeto político e furtar à sociedade galega o debate livre, aberto e plural de ideias e perspetivas de País que é inerente a qualquer sistema que se proclame “democrático”.

4º Por último, convidamos os galegos e as galegas a participar na mobilizaçom nacional que convocarám @s processad@s e distintos agentes sociais, sindicais e políticos deste País no próximo 23 de abril em Compostela. O objetivo da citada mobilizaçom é reivindicar perante o Governo espanhol os pontos anteriores, desde a consciència de que a mobilizaçom e a pressom social som capazes de desbaratar montagens repressivas de profundo impulso político como a que estamos a contemplar.

Na Galiza, em 21 de março de 2017
Início da Primavera

A continuación figuran 600 firmantes.

domingo, 12 de febrero de 2017

Vuelta a la disciplina del grupo

El Colectivo de presos independentistas hace público un comunicado en el que informa de la "reintegración" de Diego Santim a la disciplina del colectivo, transcurrido un año desde su petición de reingreso.

El comunicado afirma:

Nos dias seguintes ao seu ingresso em prisom cursou petiçom de incorporaçom à nossa disciplina orgánica, dando efectivo cumprimento à disposiçom manifestada publicamente por ele mesmo em datas prévias ao encarceramento, na que assimesmo fazia autocrítica, aderia e reconhecia a linha revolucionária que vem sustentando o CPIG, como agente político dos/as prisioneiros/as políticos/as independentistas.

O nosso coletivo avaliou estabelecer um período transitório no que este militante vem cumprindo com a dinámica de luita (protestos, reivindicaçons conjuntas perante a administraçom penitenciária, etc.) e acreditando estar comprometido com a luita galega; consequentemente consideramos que concorrem as circunstáncias necessárias para a sua reintegraçom à disciplina do CPIG.


jueves, 19 de mayo de 2016

Sentencia por agresión

Eduardo Vigo Domínguez, miembro de Resistencia Galega que cumple condena, comparece como acusado en el Juzgado de lo Penal 1 de Vigo por unos hechos ocurridos el 10 de julio de 2010.
Tras llegar a un acuerdo, él y otro joven, Alexandre S.A., son sentenciados cada uno al pago de una multa como autores de una falta de daños y otras tres de lesiones por saltar sobre un coche y agredir a los tres ocupantes del mismo.

El preso fue obligado a someterse a desnudos integrales y registros en la prisión de Lama. Recurridas estas prácticas fue desestimada su queja por el Juzgado de Vigilancia Penitenciaria. Sin embargo, la Sala de lo Penal de la Audiencia Nacional le dió la razón y afirmó que estos registros vulneran los derechos fundamentales teniendo en cuenta la ausencia de racionalidad de las medidas. 

domingo, 1 de mayo de 2016

Nuevo número de 'A guerrilheira'

Aparece el número 2 de 'A guerrilheira', una publicación digital de propaganda de 14 páginas, subtitulada 'voz da resistência galega'. Reproducimos sus primeros párrafos:

Manter umha sana perspectiva dos processos históricos é condiçom sine qua non para nom sucumbir
às estrategias amnésicas que os inimigos da nossa Terra sabem mobi l izar com destreza. Cultivar essa sana perspectiva das cousas significa enfrentar a desmemória que precede sempre à derrota.
Significa nom perder de vista o trabalho bem feito, os esforços colectivos, as batalhas l ivradas, a
tradiçom de luita, a cultura de resistência. Significa termos presentes e continuar o exemplo de
resistência de Reboiras, de Lola e José, de Martinho, Teto, Edu, Antom, Maria, Raul e tantos outros.
Perspectiva significa volver a ser conscientes da nossa história de luita, umha história que seja história e nom um simulacro intelectualóide. Volver a encher o tempo de saiva, umha saiva que nos permita viver com satisfaçom um tempo que seja tempo, e nom umha chupeta empolgante a base dos edulcorantes sintéticos do progresso em l inha recta cara o vazio; a saiva que faz perseverar e ser tenazes, que fortalece a moral, que nos afasta da tentaçom do entreguismo, o arrenpendimento e a claudicaçom. Um tempo novo que convoca o passado e antecipa o futuro em cada ataque sobre os inimigos da nossa Terra. Porque tudo está acontencendo agora, tudo o que sempre foi ou o que será existe agora.

Esta naçom leva décadas resistindo frente a quem quer destrui-la, com mais ou menos intensidade, mas sempre em pé. A força da resistência galega nom se mide por nengum baremo mais ou menos mediático. Quando nom atacamos preparamo-nos para a seguinte ofensiva. Há quem ainda nom se inteirou do que realmente significa um povo que resiste. Num combate prolongado, quando temos passado e futuro, e quando simultaneamente sabemos estar concentrados no presente de luita, o tempo di lui-se e nom se converte num factor de perturbaçom e instabi l idade. Numha luita
prolongada, se conseguimos isto temos um poder imenso.

La publicación incluye una cronología de acciones de la "resistencia galega' que comienza en diciembre de 2002.
En el final de la publicación se lee:

A LUITA CONTINUA!

A RESISTÊNCIA GALEGA continuará os ataques armados contra interesses do conglomerado de ocupaçom. Prosseguirá os ataques contra todas as pessoas, organizaçons ou instituiçons comprometidas com o regime de ocupaçom, exploraçom e destruiçom do nosso país. Os inimigos da nossa terra devem saber que Galiza nem se vende nem se destrói, que o povo galego nom se submete. Se se empenham no contrário deverám ater-se às consequências.

ADIANTE A RESISTÊNCIA GALEGA
GALIZA CEIVE, PODER POPULAR
ANTES MORTOS QUE ESCRAVOS

viernes, 22 de abril de 2016

Testimonio terrorista arrepentido

Aparecen en la prensa diversos extractos de un escrito de Xurxo Rodríguez Oliveira, preso disidente de Resistencia Galega. El juez de Vigilancia Penitenciaria de la Audiencia Nacional, José Luis Castro, incluye estos testimonios en un auto en el que le concede la aplicación del artículo 100.2 del Reglamento Penitenciario. 
Según lo publicado, el preso afirma "He renunciado a la lucha armada, no por oportunismo, sino por la firme convicción de que la violencia no sirve para nada y que gran parte de los que la practican en el entorno que me movía son unos tarados". "A través del presente escrito reitero de forma consecuente y voluntaria el rechazo al uso de la violencia, concretamente al referente a mi persona y al dedicado a los delitos de los cuales he sido partícipe y condenado por ello, asumiendo mi responsabilidad y pidiendo perdón a todas aquellas personas que afectaron o pudieron afectar, como también al conjunto de la sociedad gallega y española”, añade.
Esta y otras confesiones le han valido para que la Audiencia Nacional le conceda la posibilidad de salir a diario de la cárcel de A Lama para estudiar o formarse.

Xurxo Rodríguez Oliveira trata de dejar atrás su actividad como terrorista en un módulo de convivencia en prisión, cursando estudios de Segundo de Bachillerato y haciendo un curso de panadero. En abril de 2015 ya expresó por escrito su arrepentimiento: “asumo el daño causado y me arrepiento de manera clara y concisa de mi implicación en dichos hechos, como de haber formado parte de Resistencia Galega”. 

Su primera detención se produjo siendo menor de edad, acusado de pretender atacar instalaciones de Fenosa con un artefacto incendiario. Fue condenado por ello en 2010 a nueve meses de internamiento y un año de libertad vigilada por el Juzgado Central de Menores. En 2015 el Supremo confirmó otra condena de 3 años contra él por colocar, en 2012, dos artefactos en el monte Sampaio de Vigo que destrozaron varias antenas. Meses antes, ya había confirmado otra condena de 6 años por ser sorprendido con una bomba en el maletero de un coche que, confesó, iba a ser empleada para atentar contra una sede del PP.