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domingo, 1 de mayo de 2016

Nuevo número de 'A guerrilheira'

Aparece el número 2 de 'A guerrilheira', una publicación digital de propaganda de 14 páginas, subtitulada 'voz da resistência galega'. Reproducimos sus primeros párrafos:

Manter umha sana perspectiva dos processos históricos é condiçom sine qua non para nom sucumbir
às estrategias amnésicas que os inimigos da nossa Terra sabem mobi l izar com destreza. Cultivar essa sana perspectiva das cousas significa enfrentar a desmemória que precede sempre à derrota.
Significa nom perder de vista o trabalho bem feito, os esforços colectivos, as batalhas l ivradas, a
tradiçom de luita, a cultura de resistência. Significa termos presentes e continuar o exemplo de
resistência de Reboiras, de Lola e José, de Martinho, Teto, Edu, Antom, Maria, Raul e tantos outros.
Perspectiva significa volver a ser conscientes da nossa história de luita, umha história que seja história e nom um simulacro intelectualóide. Volver a encher o tempo de saiva, umha saiva que nos permita viver com satisfaçom um tempo que seja tempo, e nom umha chupeta empolgante a base dos edulcorantes sintéticos do progresso em l inha recta cara o vazio; a saiva que faz perseverar e ser tenazes, que fortalece a moral, que nos afasta da tentaçom do entreguismo, o arrenpendimento e a claudicaçom. Um tempo novo que convoca o passado e antecipa o futuro em cada ataque sobre os inimigos da nossa Terra. Porque tudo está acontencendo agora, tudo o que sempre foi ou o que será existe agora.

Esta naçom leva décadas resistindo frente a quem quer destrui-la, com mais ou menos intensidade, mas sempre em pé. A força da resistência galega nom se mide por nengum baremo mais ou menos mediático. Quando nom atacamos preparamo-nos para a seguinte ofensiva. Há quem ainda nom se inteirou do que realmente significa um povo que resiste. Num combate prolongado, quando temos passado e futuro, e quando simultaneamente sabemos estar concentrados no presente de luita, o tempo di lui-se e nom se converte num factor de perturbaçom e instabi l idade. Numha luita
prolongada, se conseguimos isto temos um poder imenso.

La publicación incluye una cronología de acciones de la "resistencia galega' que comienza en diciembre de 2002.
En el final de la publicación se lee:

A LUITA CONTINUA!

A RESISTÊNCIA GALEGA continuará os ataques armados contra interesses do conglomerado de ocupaçom. Prosseguirá os ataques contra todas as pessoas, organizaçons ou instituiçons comprometidas com o regime de ocupaçom, exploraçom e destruiçom do nosso país. Os inimigos da nossa terra devem saber que Galiza nem se vende nem se destrói, que o povo galego nom se submete. Se se empenham no contrário deverám ater-se às consequências.

ADIANTE A RESISTÊNCIA GALEGA
GALIZA CEIVE, PODER POPULAR
ANTES MORTOS QUE ESCRAVOS

domingo, 1 de marzo de 2015

Aparece 'A guerrilheira'

Aparece el número 1 de una publicación de 8 páginas llamado 'A guerrilheira', subtitulada como 'voz da resistência galega'. En su primera página se afirma:

Com A Guerrilheira, voz da resistência galega, o movimento armado galego dá mais um passo na consolidaçom do espaço combatente. Este vozeiro une­se, assim, à criaçom de um espaço próprio na rede (www.network23.org/afouce) e a adopçom da fouce como emblema da nossa guerrilha, com o objectivo de realçar e consolidar o nosso projecto político. Nesta mesma linha, iremos experimentando e implementando outros formatos de comunicaçom (como já temos feito com a divulgaçom por primeira vez de um vídeo da resistência em Julho de 2014) , valorando que os manifestos que até agora serviram para dirigir­nos ao povo (foram publicados dous, o primeiro em 2005 e o segundo em 2011), constituem umha ferramenta insuficiente para esta nova etapa.

Depois de mais de umha década de luita armada, a resistência galega decidiu abrir um novo período no que se propom consolidar a cultura guerrilheira em defesa da Terra e dar um novo pulo ao projecto político arredista, o que entendemos passa por reforçar socialmente a nossa voz ante as vicissitudes e desafios da auto­defesa armada, assim como fortalecer a estrategia de construçom nacional e consolidar a nossa comunidade nacional de resistência.

Consolidar a cultura guerrilheira em defesa da Terra nom tem nada que ver com a rátio de ataques por ano, nom é umha questom de número de açons, de quantidade de sabotagens. Consolidar a cultura guerrilheira em defesa da Terra implica, por suposto, a prática sistemática e organizada da auto­defesa armada, sem a qual tudo o que podamos dizer é fume que leva o vento, mas é muito mais. Significa por acima de tudo, afiançar a cultura de resistência do povo galego insubmisso e rebelde. Conhecer e reconhecer bem as tácticas e estrategias repressivas do inimigo, socializar os saberes acumulados pola tradiçom combatente galega, aportar e estender competências, aptitudes e atitudes ante um montom de problemas derivados do combate e a repressom. Partir da tradiçom resistente combativa enraizada no nosso povo, renová­la e transmiti­la viva, útil e regenerada às seguintes geraçons. Sem esta cultura de resistência nom é possível enfrentar os desafios que nos coloca o Estado imperialista espanhol, alcançar a liberdade e independência.