Blog que detalla de modo cronológico la actividad violenta del grupo denominado 'Resistencia galega', en especial los atentados, así como la actividad de las fuerzas de seguridad en su persecución, detallando las detenciones de sus militantes y simpatizantes. Incluye algunas actividades violentas de independentistas gallegos y de grupos anarquistas que actúan en Galicia, así como referencias al movimiento independentista gallego en general.
miércoles, 11 de noviembre de 2009
Nuevo ataque contra catedrático
Desconocidos provocan un incendio en el acceso a la casa del catedrático Roberto Blanco, en las afueras de Santiago de Compostela.
domingo, 1 de noviembre de 2009
Ataque contra casa Roberto Blanco
Ataque con un artefacto incendiario contra el domicilio del catedrático de Derecho Roberto Blanco Valdés. El artefacto fue lanzado contra la vivienda que tiene el colaborador de 'La Voz de Galicia' en las afueras de Santiago de Compostela, aunque causó escasos daños.
miércoles, 14 de octubre de 2009
Dos detenidos en Vigo
Dos militantes de BRIGA son detenidos de madrugada por efectuar pintadas en cuatro sucursales bancarias en Vigo. Simón Ubeira y Adrián Vázquez quedaron en libertad horas más tarde y fueron luego condenados en un juicio de faltas a sendas multas de mil cien euros cada uno y a seis días de localización domiciliaria.
Los hechos sucedieron sobre las dos de la madrugada del 14 de octubre cuando Simón Ubeira y Adrián Vázquez Arranz fueron detenidos por la policía tras haber sido identificados por testigos realizando pintadas en las fachadas de varios bancos situados en la calle Fragoso.
En concreto, las pintadas, alusivas a la crisis y a la especulación de las entidades financieras fueron realizadas por los dos jóvenes de 19 y 21 años en las oficinas de Caixanova, Banco de Santander, la Caixa y Banco Pastor.
sábado, 10 de octubre de 2009
Quema de una bandera
Quema de una bandera nacional en Vigo antes de la celebración de un concierto. Además un grupo de encapuchados realizaron otros actos vandálicos en el casco viejo de la ciudad.
jueves, 8 de octubre de 2009
Ataque a banco
Incendio provocado en el cajero de la sucursal del BBVA de Ribadavia (Orense), ubicado en la calle Ribeiro. La Guardia Civil recibió una llamada a las 4.20 horas alertándoles de la existencia del fuego en la entidad bancaria y comprobaron que autores desconocidos provocaron el incendio tras prender fuego a un neumático. El hecho obligó a desalojar en la madrugada a un total de 25 personas que residía en los pisos que hay encima del banco, ante el riesgo de sufrir una intoxicación por el humo.
jueves, 23 de julio de 2009
Desactivada bomba en cajero
Artificieros de los TEDAX realizan poco después de las nueve de la mañana la explosión controlada de un artefacto que había sido colocado en un cajero automático de Caixanova en la ciudad de Vigo. La explosión causó numerosos desperfectos en el inmueble y pequeños daños en el exterior de la oficina.
domingo, 12 de julio de 2009
Encuentro Nacional de Espaço Irmandinho
Se celbra el VII Encuentro Nacional de Espaço Irmandinho, al finalizar el cual se hacen públicas unas consideraciones de las que seleccionamos los siguientes textos:
E.I. acorda evoluir a partir da sua condiçom actual para a de umha organizaçom política nacional que
permita fazer mais efectiva a coordenaçom e incidência social do nosso trabalho, formar militantes e favorecer e impulsionar processos de fundo rumados a articular estrategicamente umha alternativa
independentista e socialista que ultrapasse a atomizaçom e o conflito fraccional em que
o independentismo está mergulhado.
Sabemos que ambos processos som complexos e ambiciosos e iniciamos a viagem sem quaisquer garantias de sucesso. No entanto, consideramos um dever patriótico intentar ambos objectivos com todos os nossos esforços.
A corrente social e política independentista que se representa no nome Espaço Irmandinho nom nasceu onte e tem nas suas humildes origens algumhas das melhores experiências de luita e combate deste País. Contodo, a nova organizaçom que pretendemos construir nom se reivindicará como a continuidade exclusiva do processo histórico de emancipaçom nacional e social.
Frente à retórica vazia, de uso infelizmente tam comum no universo independentista galego, o nosso agrupamento reivindica desde a humildade a legitimaçom através do trabalho diário e do esforço militante, do acerto constrastado na definiçom de tácticas e estratégias. Deste modo, admitindo a importáncia histórica que para o arredismo e o País tivérom organizaçons como a primeira UPG, o Partido Galego do Proletariado (PGP), Galicia Ceibe (OLN), o Partido Comunista de Liberación Nacional (PCLN), FPG, APU e, destacadamente, o Exército Guerrilheiro do Povo Galego Ceive (EGPGC), achamos erróneo fundar as legitimidades actuais em experiências pretéritas ou acreditar que a sua simples invocaçom ou apropriaçom exclusiva seja a chave legitimadora da práxis política e social presente.
3. O perfil da nova estrutura independentista a constituir definirá-se por:
a. O funcionamento assemblear e participativo a nível teórico e prático, evitando a tradicional esquizofrenia entre as invocaçons à democracia interna e as práxis dirigistas de facto.
b. A supressom da dupla militáncia política, por constatarmos que a debilidade estrutural do independentismo galego actual é incompatível com a multiplicaçom de siglas e organizaçons políticas que se arrogam papéis de direcçom. Além disto, no nosso contexto nacional concreto e na situaçom objectiva e subjectiva do independentismo, a falta de generosidade política e o seitarismo tantas vezes associadas à dupla militáncia som alguns dos factores que, além de gerar categorias de militantes, carcomem e derruem as ilusons e expectativas colectivas. À vista destas experiências, nós configuraremos um agrupamento único de activistas com idênticos deveres e direitos e diversos níveis de compromisso.
4. Nesta nova jeira que inicia Espaço Irmandinho consideraremos a formaçom política e técnica da
militáncia como um objectivo fundamental e prioritário, dedicandolhe umha parte significativa dos nossos esforços e planificaçons. Esta revalorizaçom do processo formativo visa erguer um corpo de militantes crític@s, com capacidade de análise e iniciativa sócio-política, conhecimento próximo da realidade nacional e vitalmente motivad@s para os esforços que exige a materializaçom da nossa perspectiva política.
13. Consideramos que todos os métodos de luita sem exclusons som legítimos para impulsionar o processo de liberaçom nacional e social do povo galego. De facto, o rechaço do monopólio estatal da violência e o questionamento da sua legitimidade fam parte historicamente do ADN político do independentismo tanto como a prática da solidariedade com @s militantes que som objecto da repressom e a reivindicaçom da excarceraçom d@s que forem pres@s.
Assim, achamos que o necessário ponto de encontro de sensibilidades que concorrem no Movimento limita-se ao binómio constituido polo reconhecimento da legitimidade e a práxis da solidariedade com @s retaliad@s.
E.I. acorda evoluir a partir da sua condiçom actual para a de umha organizaçom política nacional que
permita fazer mais efectiva a coordenaçom e incidência social do nosso trabalho, formar militantes e favorecer e impulsionar processos de fundo rumados a articular estrategicamente umha alternativa
independentista e socialista que ultrapasse a atomizaçom e o conflito fraccional em que
o independentismo está mergulhado.
Sabemos que ambos processos som complexos e ambiciosos e iniciamos a viagem sem quaisquer garantias de sucesso. No entanto, consideramos um dever patriótico intentar ambos objectivos com todos os nossos esforços.
A corrente social e política independentista que se representa no nome Espaço Irmandinho nom nasceu onte e tem nas suas humildes origens algumhas das melhores experiências de luita e combate deste País. Contodo, a nova organizaçom que pretendemos construir nom se reivindicará como a continuidade exclusiva do processo histórico de emancipaçom nacional e social.
Frente à retórica vazia, de uso infelizmente tam comum no universo independentista galego, o nosso agrupamento reivindica desde a humildade a legitimaçom através do trabalho diário e do esforço militante, do acerto constrastado na definiçom de tácticas e estratégias. Deste modo, admitindo a importáncia histórica que para o arredismo e o País tivérom organizaçons como a primeira UPG, o Partido Galego do Proletariado (PGP), Galicia Ceibe (OLN), o Partido Comunista de Liberación Nacional (PCLN), FPG, APU e, destacadamente, o Exército Guerrilheiro do Povo Galego Ceive (EGPGC), achamos erróneo fundar as legitimidades actuais em experiências pretéritas ou acreditar que a sua simples invocaçom ou apropriaçom exclusiva seja a chave legitimadora da práxis política e social presente.
3. O perfil da nova estrutura independentista a constituir definirá-se por:
a. O funcionamento assemblear e participativo a nível teórico e prático, evitando a tradicional esquizofrenia entre as invocaçons à democracia interna e as práxis dirigistas de facto.
b. A supressom da dupla militáncia política, por constatarmos que a debilidade estrutural do independentismo galego actual é incompatível com a multiplicaçom de siglas e organizaçons políticas que se arrogam papéis de direcçom. Além disto, no nosso contexto nacional concreto e na situaçom objectiva e subjectiva do independentismo, a falta de generosidade política e o seitarismo tantas vezes associadas à dupla militáncia som alguns dos factores que, além de gerar categorias de militantes, carcomem e derruem as ilusons e expectativas colectivas. À vista destas experiências, nós configuraremos um agrupamento único de activistas com idênticos deveres e direitos e diversos níveis de compromisso.
4. Nesta nova jeira que inicia Espaço Irmandinho consideraremos a formaçom política e técnica da
militáncia como um objectivo fundamental e prioritário, dedicandolhe umha parte significativa dos nossos esforços e planificaçons. Esta revalorizaçom do processo formativo visa erguer um corpo de militantes crític@s, com capacidade de análise e iniciativa sócio-política, conhecimento próximo da realidade nacional e vitalmente motivad@s para os esforços que exige a materializaçom da nossa perspectiva política.
13. Consideramos que todos os métodos de luita sem exclusons som legítimos para impulsionar o processo de liberaçom nacional e social do povo galego. De facto, o rechaço do monopólio estatal da violência e o questionamento da sua legitimidade fam parte historicamente do ADN político do independentismo tanto como a prática da solidariedade com @s militantes que som objecto da repressom e a reivindicaçom da excarceraçom d@s que forem pres@s.
Assim, achamos que o necessário ponto de encontro de sensibilidades que concorrem no Movimento limita-se ao binómio constituido polo reconhecimento da legitimidade e a práxis da solidariedade com @s retaliad@s.
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