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sábado, 5 de mayo de 2018

BRIGA denuncia acoso

La organización BRIGA denuncia que en la noche del jueves 3 de mayo, un miembro de la Mesa Nacional y del Secretariado Político, fue abordado cuando volvía a su casa por dos agentes de policía de paisano.
Estos agentes procedieron a la identificación y registro del joven y de una persona que lo acompañaba. Según afirman, se incautaron de material formativo y personal que llevaba en la mochila. 
Al día siguiente, viernes 4, una patrulla uniformada se presentó en su casa preguntando por el joven pero, al no estar éste, la policía se retiró.

viernes, 11 de marzo de 2016

Escuela formación BRIGA


Se celebra en Ferrol durante tres días (11, 12 y 13) la XIII edición de la Escuela de Formación organizada por la organización estudiantil independentista BRIGA. Por primera vez la convocatoria se hace en solitario, después de años de colaboración con AGIR, organización ahora integrada en Erguer.

La organización BRIGA estuvo vinculada ideológicamente a Nós-UP durante los años de existencia de esta última.







sábado, 12 de diciembre de 2015

Congreso BRIGA

Se celebra en Santiago de Compostela el congreso de la organización BRIGA, bajo el lema “Com a imparável força da juventude”.

viernes, 24 de julio de 2015

VIII Cadena Humana por la libertad de los presos

Se celebra en Santiago de Compostela la VIII Cadena Humana por la Libertad de los presos independentistas gallegos, organizada por Ceivar. Sobre las 18.30 de la tarde se congregaban unas cuatrocientas personas en la Plaza de Galicia, cogiendose de las manos para reclamar la puesta en libertad y el fin de la dispersión de los presos.
Después tuvo lugar la manifestación por las calles de la zona vieja de Santiago de Compostela, con un gran despliegue policial, tanto por policías uniformados como de paisano, hasta que concluyó el acto con la lectura de varios manifiestos en la Plaza del Toral.
El primero de los manifiestos estuvo a cargo de la Plataforma de familiares y amigos de los presos Que Voltem Para a Casa, que recordó la campaña de crowfunding que se está llevando a cabo estos días con el objetivo de recaudar fondos para presentar un recurso ante el Tribunal Europeo de Derechos Humanos contra la sentencia que condenó a cuatro independentistas gallegos.
Después se dió lectura del manifiesto de Ceivar y se daba la noticia de que Heitor Naya acababa de ser puesto en libertad.

Comunicado de Ceivar: 

Muito obrigadas às organizaçons nacionais e internacionais que hoje nos acompanhades e também bem-vindas a todas as pessoas solidárias a esta Cadeia Humana pola Liberdade dos e das Presas Independentistas Galegas. Entre todas fizemos possível chegar a esta oitava ediçom!!!

O Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR xurdiu já há 12 anos. Esta era umha data que coinicida com a saida do último preso do Exército Guerilheiro, mas namentres as cadeias ficavam livres de presas/os independentistas, a situaçom nas ruas era bem diferente.

Para todas/os conhecidas as cargas policiais, os acosos, os seguimientos, as multas ou os intentos de infiltraçom. Eram tempos nos que a mocidade enfrontava heroicamente um estado de excepçom e naquela altura, a leitura que fazia CEIVAR era a necesidade de organizar-se fronte a umha repressom que se ia extender a todas as capas da populaçom mais consciente. Nom nos equivocamos. A repressom tocou-nos e toca-nos mui de perto, nas próprias carnes incluso, mas tampouco nos equivocamos ao criar um organismo que lhe fizera fronte a tanta injustiça e arbitrariedade.

Decorrérom já umha dúzia de anos desde que botamos a andar este projecto e algums dos que hoje estám aqui tivérom que pagar com a sua liberdade a sua militancia política, outras pessoas sentárom no banquinho dos acusados do tribunal político de Madrid, a outras as malheiras deixárom-nas na cama durante dias, outras andam a cavilar como pagar as desorbitadas multas que nom cessam de chegar à casa e outras estám paralizadas polo medo. A todas esssas pessoas prestamos-lhe o nosso acompanhamento e apoio fazendo um esforço ingente que é próprio dos Povos dignos como é o o Povo Galego.

Nestes 12 anos em CEIVAR procuramos visibilizar a repressom mas também botar luz sobre um burato que dim ser escuro e frio e ao que lhe chamam cárcere. Nem é tam escuro nem é tam frio porque dentro dessas cadeias temos a galegas e a galegos, que além das torturas e do isolamento no que lhes obrigam a viver, irradiam-nos força, valentia e compromisso. Numha data coma hoje temos presente a:

Maria Osório Lópes (vizinha de Becerreá e dispersada em León)

Antom Santos Pérez (vizinho de Compostela e dispersado em Palencia)

Eduardo Vigo Domingues (vizinho de Angrois e dispersado em Toledo)

Raúl Agulheiro Cartoi (vizinho da Marinha e dispersado em León)

Roberto Rodríguez Fialhega (vizinho de Vigo e dispersado em Valladolid)

E queremos fazer umha mençom especial a Héitor Naia Gil (vizinho também de Vigo e dispersado em Madrid até este momento). Dizimos até este momento porque no dia de ontem fizo-se pública a sentença do Tribunal Supremo na que absolvia a este independentista dos cargos polos que teria que cumprir 11 anos de prisom. Aguardamos ter nas próximas horas Heitor Naia na casa! Aguardamos ter na Galiza aginha a um exemplo de triunfo da solidariedade! O Organismo é necesário e esta vitória é a monstra da necessidade de seguir avançando organizadas.

Além desta boa nova, estes cinco presos e presas independentistas galegos estám a livrar hoje outra dura batalha. Entre condiçons insalubres, paliças e permanentes restriçons estas seis mulheres e homens siguem firmes, nom se vendem nem vendem a ninguem. Nom há preço à dignidade dum Povo. E é por isso que as tentativas de saidas individuais, tanto dentro como fora das prisons, nom nos valem, nom lhe valem a esta Pátria! As filhas e os filhos deste Povo nunca poderám ser livres até que todas o sejamos!

Apertar filas, apertar os dentes, para sorrir e para luitar mas devemos de ser claras em que a força de um nom vale de nada se nom está rodeada da força de todos! Normalizar a repressom nom pode ser o caminho, com cada pau e com cada ataque contra nós temse-nos que encolher o coraçom como se fora a primeira vez, mas com toda a vagagem de experiência que já temos. Nom nos infravaloremos, nom nos infravaloredes! CEIVAR, junto a outras companheiras de caminho estamos pola liberdade e pola dignidade da Galiza e do nosso Povo e iremos até a última consequéncia ate ver cumprida esta meta.

Nestes dias para muitos remata o curso político mas para as que hoje estamos presente ainda temos tarefa. O próximo objetivo é arrecadar fundos para ir a Estrasburgo, ir até donde cumpra até que nom regresem a esta Terra as/os filhas/os que obrigárom a desterrar-se. Ninguem, absoluramente ninguém nos vai negar o que já decidimos há muito tempo; ser livres e ter um País livre!

Finalmente desde CEIVAR fazemos-vos um chamamento a que vos reconhezades, a que nos reconhezades como irmaos, quando falta umha mau rompe-se a cadeia. Todas sodes, todos somos imprescindíveis para fazer realidade a solidariedade imparável que tumbará qualquer dificultade ou muro que nos separe do nosso Povo.

Somos todo o que precisamos, temos todo o que precisamos, maos à obra!

Adiante a solidariedade imparável

Viva a Galiza livre, socialista e feminista”



- En Santiago de Compostela  se celebra por la tarde una manifestación convocada por organizaciones juveniles como AGIR, Galiza Nova, Briga, Liga Estudiantil Galega, Terra, Xeira e Isca bajo el lema A mocidade galega pola independencia! Venceremos nos!.  
Cerca de mil jóvenes recorrieron las calles de la zona vieja de la ciudad Compostela con el propósito de reclamar la independencia de la Galicia. También hubo canticos reclamando la libertad de los presos independentistas. Finalmente en la Plaza del Toral se dio lectura a un manifiesto y se procedió a la quema de la bandera española. El acto concluyó con el himno gallego y nuevos gritos de independencia.



sábado, 6 de diciembre de 2014

Manifiesto independentista

Con motivo de la celebración el 6 de diciembre del día de la Constitución española, varias organizaciones y colectivos independentistas gallegos suscriben el siguiente manifiesto:

6D Galiza nom tem nada que celebrar

Pola independência nacional

Contra a Constituiçom espanhola

Contra a ‘Segunda Transición’



Neste 6 de dezembro, o regime celebra na Galiza o 36º aniversário do referéndum de 1978 em que aprovara a sua Constituiçom. Justo é rememorar agora que naquela altura o povo galego virou maioritariamente as costas ao projeto, apoiando-o apenas 44% do recenseamento eleitoral. Em idêntica situaçom de ilegitimidade encontrou-se tempo após o atual Estatuto de Autonomía, que apesar de contar com a promoçom das principais forças e poderes políticos, empresariais e financeiros espanhóis, foi recebido em 1980 com umha fria abstençom geral e o voto afirmativo de tam só 20% das eleitoras e eleitores galegos.

No entanto, Constituiçom espanhola e Estatuto de Autonomía som desde entom, apesar desta congénita falta de legitimidade democrática, as pedras angulares da arquitetura institucional espanhola na Galiza.

Agora que se cumprem 36 anos da implementaçom deste quadro legal contamos com a experiência coletiva necessária para certificarmos que as prediçons que no seu dia figeram o nacionalismo e o independentismo galegos foram acertadas. O tempo verificou de modo incontestável que a operaçom político-económica baptizada como Transición Española foi umha fraude colossal contra este país e os princípios mais elementares da democracia. O seu único fim era perpetuar os traços básicos do regime chantado na Galiza com as armas e o Genocídio desde 1936, isto é, a subordinaçom político-económica ao Estado espanhol, a vulneraçom do direito de autodeterminaçom, a desmobilizaçom e desestruturaçom da sociedade galega e a preservaçom na Galiza dos privilégios da oligarquia espanhola e as suas instituiçons associadas -monarquia, Igreja Católica, Exército, etc.-.

36 anos após aquel referéndum fraudulento aprofundou-se e agravou-se ao limite a dependência do país e os sintomas negativos a ela associados: desemprego e emigraçom estruturais, empobrecimento crescente da populaçom apesar de sermos umha naçom rica em recursos, sobre-exploraçom da força de trabalho, espólio e degradaçom do território e dos recursos energéticos, biológicos e minerais, avelhentamento demográfico e éxodo da mocidade, involuiçom legal e social nas conquistas das mulheres, retrocesso permanente da presença social da língua e a cultura próprias, etc. Todo sob a manto protetor e promotor da direita neofranquista e clientelar, que fijo do extermínio do país a sua missom histórica. A experiência constatou que o genocida Francisco Franco dizia a verdade quando assegurou que o regime espanhol que o sucederia estaria atado y bien atado.

Sob este quadro constitucional, e no marco das luitas políticas e sociais dos últimos 36 anos, centenas de galegas e galegos fôrom, e som, retaliados, espancadas, multados, detidas, encarcerados e mesmo torturadas a maos das Fuerzas de Seguridad del Estado.

Hoje, com o Estado espanhol devorado pola corrupçom e submetido a umha tripla crise de modelo territorial, de modelo económico-produtivo e de legitimidade, os poderes fáticos aprestam-se para reeditar com novas modalidades a fraude perpetrada em 1978. Falam, de fato, de Segunda Transición Española. Como daquela, pretendem mudar algo para que todo continue na mesma, reproduzindo o espólio do povo e do território com as sequelas conhecidas. Contam nesta tarefa com a cumplicidade ativa, e imprescindível, da auto-denominada esquerda federalou esquerda ruturista espanhola, que igual que figeram PSOE e PCE na altura se oferecerám para dar à operaçom a necessária pátina de legitimidade. Como daquela, também, o regime reserva a repressom e a persecuçom para quem denunciem e enfrontem estrategicamente esta fraude que se prepara.

Nesta conjuntura, com umha aceleraçom dramática dos processos de exploraçom social e perda de auto-reconhecimento e capacidade de decisom como naçom, com um povo sob estado de choque e umha confusom notável na direçom do nacionalismo hegemónico a respeito do caminho a seguir, as forças políticas e setoriais independentistas galegas abaixo assinadas queremos proclamar alto e claro três questons ao do presente:

1ª Hoje, quando se fragua a Segunda Transición Española, a única via possível para abordar com vocaçom de superaçom definitiva as problemáticas sócio-económicas, laborais, ambientais, identitárias, etc. que aqueixam o povo galego segue a ser separarmo-nos definitivamente de Espanha e conquistar a plena soberania política, isto é, a independência nacional e a constituiçom do nosso próprio Estado ao serviço da maioria social do país. Toda folha de rota que persiga o “encaixe” ou a “integraçom harmónica” da Galiza em Espanha situa-se, objetivamente, ao serviço da oligarquia.

2º Qualquer quadro jurídico-político constitucional espanhol é a garantia da perpetuaçom da situaçom atual. Neste sentido, queremos explicitar que a eventualidade da participaçom de forças nacionais galegas num futuro processo de reforma da Constituiçom espanhola ou do Estatuto de Autonomía suporia retornar sobre umha via morta, que nega o direito de autodeterminaçom, e trair o processo de liberaçom nacional. Espanha é a nossa ruína, efetivamente, sabemo-lo, à margem do regime político que postule para perpetuar a nossa dependência.

3º Os setores populares nacionalistas, independentistas e soberanistas e o conjunto deste povo enfrentaremo-nos em breve, quando o regime inicie a reestruturaçom programada, a um dilema estratégico entre impulsionar a meio e longo prazo um conflito político e um processo independentista de massa rumado à definitiva rutura com Espanha, ou a cumplicidade com a sua readpataçom cosmética. As e os independentistas tendemos as nossas maos a todos os setores populares dispostos a enfrentar a fraude em curso da Segunda Transición Española e por proa sem ambigüidades, sem duplos jogos e com honestidade face a conquista da plena capacidade de decisom e a independência como povo.

Denantes mortos e mortas que escravos!

Viva Galiza ceive, socialista e antipatriarcal!

Independência e socialismo!


Agir

Briga

Causa Galiza

Ceivar

Coletivo Nacionalista de Marim

Mulheres Nacionalistas Galegas

NÓS-Unidade Popular

Partido Comunista do Povo Galego

sábado, 11 de octubre de 2014

XIV Dia da Galiza combatente

Se celebra en Rianjo (La Coruña) la XIV edición del denominado 'Dia da Galiza combatente' con intervenciones de representantes Rebeca Bravo (NOS-UP) y Eva Cortinhas (BRIGA). Un extracto de la intervención de esta última de esta última aparece a continuación:

A passada sexta-feira o aparelho repressivo espanhol sequestrava a um amigo e vizinho conhecido pola sua militáncia independentista e por ser um ativo solidário com presos e presas políticas. Ao chegar ao lar familiar após conhecer a notícia, o dispositivo mediático da maquinária repressiva já tinha feito um enorme trabalho, e a minha família já sabia que o nosso amigo e vizinho fora transformado num perigoso terrorista. Isto desatou umha enorme letania de “bons conselhos” por parte de meu pai e minha nai que iam desde o clássico “tendes nobles ideias mas nom vades cambiar o mundo”, passando polo “nom hipoteques o teu futuro” até o que alude a essa curiosa e ameaçante rebeldia vírica que “já se nos passará”.

E é que se há algo mais submisso e alienado que formar parte do povo trabalhador galego e nom luitar, é ser trabalhadora galega e desconhecer ou desprezar às muitas que luitárom e luitamos polos comuns interesses de povo, classe e género. Por esse motivo a burguesia espanhola investe esforços em ocultar o nosso passado rebelde, em desprover-nos de referentes históricos que fortaleçam o nosso imaginário colectivo como galegas e galegos; e quando a força da luita é inocultável recorre-se à manipulaçom e tergiversaçom quando nom à feroz repressom e à descarada criminalizaçom.
(...)
Em definitiva, em BRIGA cremos que hoje, Dia da Galiza Combatente, é um bom dia para reafirmar-nos no nosso compromisso, coerência, responsabilidade, solidariedade e combatividade juvenil. Reafirmar-nos com orgulho na nossa inteligência e coragem como melhor forma de combater a frustraçom e medo que Espanha, o Patriarcado e o Capital pretende impor. Reafirmar-nos no nosso passado rebelde cheio de combatentes que como Daniel Rodríguez Castelao desafiárom o poder confiando na nossa força como povo e no nosso  irrenunciável dever de auto-organizaçom nacional.

Porque juntas, as de ontem, as de hoje e manhá mantemos viva esta Galiza Combatente disposta a ganhar.

VIVA A JUVENTUDE REBELDE GALEGA!



.- La organización Causa Galiza convocó en solitario (`por vez primera) en Santiago de Compostela otro acto con motivo del 'Dia da Galiza combatente' en recuerdo de los militantes del EGPGC Lola Castro Lamas y José Vilar Regueiro (Mariana y Marcos) muertos en 1990 en una acción del Exército Guerrilheiro al estallarles la bomba que llevaban. El acto discurrió bajo vigilancia policial.

martes, 30 de septiembre de 2014

Manifiesto en apoyo consulta Cataluña

Varias organizaciones juveniles hacen público un manifiesto en apoyo de la consulta en favor de la independencia de Cataluña:


Las organizaciones juveniles de los diferentes pueblos oprimidos por el Estado Español queremos mostrar nuestro compromiso colectivo a favor de la celebración de un Referéndum de Autodeterminación en la Comunidad Autónoma de Catalunya el próximo 9 de noviembre.

Los pilares del régimen decadente de 1978, que fue impuesto por las élites políticas, económicas, religiosas y sociales del Estado para poder seguir explotando a las clases trabajadoras de las diferentes naciones oprimidas que lo forman, se tambalean ahora más que nunca. Este régimen, nacido hace cuatro décadas de la falsa transición política y que sirvió a las clases dirigentes del Estado Español para mantener su posición de poder después de la dictadura fascista del general Franco, se desmorona ahora gracias a las innumerables batallas que hemos librado en las calles desde todos los frentes de lucha.

Todos los pueblos tienen derecho a la autodeterminación. Este derecho es inalienable y pasa por encima de cualquier sistema constitucional. Una parte de los Països Catalans ha decidido hacer efectivo este derecho. Así se ha demostrado repetidamente en numerosas movilizaciones masivas en las calles y en la organización de más de medio millar de consultas populares auto-organizadas que forzaron el pasado mes de diciembre la convocatoria de una consulta sobre la independencia el próximo 9 de noviembre en la Comunidad Autónoma de Catalunya.

Tenemos que ser conscientes de que ningún proceso de ruptura con el régimen del 78 será posible sin desobedecer. La desobediencia al orden constitucional es la única vía posible para conseguir nuestra libertad. Asimismo conviene insistir en el hecho de que nuestras élites políticas y económicas autonomistas y capitalistas, ni pueden ni tienen ninguna intención de desobedecer a España para materializar la independencia. Por esta razón, resulta indispensable que el pueblo sea el centro de cualquier proceso de liberación nacional. Porque la ruptura con el Estado español debe ser un proyecto al servicio de los pueblos y de las trabajadoras.

Cada paso del pueblo catalán a favor de la ruptura con el régimen tiene que estar decididamente enmarcado en conseguir la independencia en el conjunto de los Països Catalans. Para ello, entendemos que es un deber del independentismo catalán extender la llama de la desobediencia en todo el territorio para responder con determinación a todas las coyunturas que ocurran en cada uno de los diferentes territorios que conforman la nación catalana.

Queremos la independencia para poder cambiarlo todo. Entendemos el derecho a la autodeterminación como el derecho a decidir sobre todo lo que nos afecta. Las clases trabajadoras, el conjunto de las clases populares y, en definitiva, todas las personas víctimas de la ofensiva capitalista y patriarcal, tenemos que ver en la independencia una herramienta fundamental que nos permita superar de forma integral todo el orden establecido para sabernos definitivamente libres. Para conseguir nuestros objetivos, es fundamental que la juventud trabajadora de todos los pueblos oprimidos por el Estado Español unamos nuestras luchas bajo la bandera del internacionalismo, para conseguir nuestra independencia y acabar con el capitalismo y el patriarcado.

Las organizaciones abajo firmantes expresamos de forma clara nuestro apoyo a la celebración de esta consulta y reivindicamos, una vez más, el derecho a la autodeterminación de todos los pueblos oprimidos por el Estado Español, así como de todos los pueblos oprimidos del mundo.

¡Mientras no nos dejen soñar, seremos su peor pesadilla!

¡Independencia, socialismo y feminismo!

ARRAN, Ernai, Jaleo!!!, Purna, Yesca, Briga, Isca!, Darréu, Azarug e Inekaren.

martes, 12 de agosto de 2014

Homenaje a Moncho Reboiras

Unas doscientas personas participaron en Ferrol en el homenaje de la Unión do Pobo Galego (UPG), formación integrada en el BNG, a su militante Xosé Ramón Reboiras Noia, “Moncho Reboiras” muerto por la policía en la madrugada del 12 de agosto de 1975.
Los asistentes se fueron concentrando en la plaza de Armas para desde allí dirigirse por la calle de la Tierra, coreando el slogan de “Moncho Reboiras, a loita continúa” y muchos de ellos portando banderas rojas de la UPG y de Galicia con la estrella roja, en dirección al número 27, en cuyo portal murió Reboiras.
Ya ante el lugar donde falleció Moncho Reboiras se hizo una ofrenda floral en la que participaron, entre otros, Nestor Rego, secretario general de la UPG y miembro de la ejecutiva del BNG; Andrea Martíns e Ivan Rivas, portavoz del grupo municipal del BNG en el ayuntamiento de Ferrol.
Entre los asistentes estaba el portavoz parlamentario del BNG Francisco Jorquera.
También estuvieron presentas tres miembros del grupo Ceivar, cubiertos con máscaras blancas y con una pancarta en la que se pedía la libertad “de los presos y presas independentistas”.
Tras la ofrenda floral los asistentes cantaron la Internacional y se dirigieron hacia la plaza de Galicia, donde se celebró un acto político en el que intervinieron Nestor Rego, Andrea Martíns e Ivan Rivas y que finalizó con el canto del Himno de Galicia. La jornada incluyó la presentación pública de la “Oda a Moncho Reboiras”, interpretada por el compositor Paco Montero.

Más tarde, unas 80 personas homenajearon a 'Moncho' Reboiras en el lugar donde cayó muerto convocadas por la izquierda independentista galega, NÓS-UP.
En el acto tomaron parte Eva Cortinhas de Briga y Mauricio Castro que se encargaron de recordar que las ideas de Reboiras siguen vivas en Galicia y forman parte del proyecto político de futuro del independentismo galego.
Con el canto del himno gallego puño en alto y una ofrenda floral se dió por terminado el acto.

jueves, 24 de julio de 2014

Manifestaciones en Galicia

En Santiago de Compostela, por la tarde, unas 300 personas forman la VII Cadena humana por la libertad de los presos independentistas (Maria Osório, Eduardo Vigo, Carlos Calvo, Antom Santos y Roberto R. Fialhega) convocados por la organización Ceivar. Agentes de la policía procedieron a identificar a algunas personas.



Sobre las ocho de la tarde partió una manifestación independentista juvenil unitaria, con gente de AGIR, AMI, BRIGA, Comités, Galiza Nova, Isca!, LEG (Liga Estudiantil Galega) e Xeira. El acto estaba convocado bajo el lema "A mocidade mantendo viva a Galiza: Independência".
En el manifiesto de la convocatoria se lee:

(...) asistimos a un progresivo aumento da represión contra os movementos sociais e a militancia independentista, que continua a sufrir persecución e intoxicación do aparello represivo español, así como a aplicación de medidas de excepción e formas de tortura ilegal como a dispersión penitenciaria contra as presas políticas galegas.

En síntese, en apenas un ano, vimos diante dos nosos ollos como as agresións do capital, España e o patriarcado se multiplicaron e se dirixiron certamente contra as mozas, contra as mulleres e contra o noso pobo.

Forzándonos a emigrar, condenándonos ao desemprego ou a precariedade laboral, prohibíndonos decidir sobre os nosos corpos, impedíndonos o acceso a un ensino galego, público e de calidade; degradando e minorizando a nosa lingua, facendo do noso país un inmenso territorio onde enriquecer empresas eólicas, hidráulicas, da minaría ou petroleiras que non serán punidas pola brutal destrución ecolóxica da que son responsábeis e, como non, perseguindo e castigando exemplarmente a quen ousamos erguer a voz.

Por todo isto nós, mozas galegas de 2014, afrontamos este 24 de xullo, véspera do Día da Patria, cargadas de argumentos para saír á rúa a manifestar que non estamos dispostas a que continúen a destruír o noso futuro, a nosa nación, as nosas vidas.

É por iso que a mocidade da esquerda nacionalista e independentista galega enviamos unha mensaxe urxente ao conxunto da mocidade do noso país, chamando a xuntarmos voces e forzas, a autoorganizarnos para avanzar no proceso de autodeterminación do noso pobo para unha necesaria república galega.

Con rebeldía e entusiasmo, crearemos un verdadeiro refacho de poder xuvenil que rachará coas cadeas do patriarcado, do capital e deste cárcere de pobos que é España.

Viva Galiza ceibe!
Independencia!

Por la noche, en el campus universitario de Santiago, BRIGA concluyó su décima 'Jornada de Rebeliom Juvenil' con actuaciones de Liska!, Raiva, Betagarri y Atzembla.
En el manifiesto de esta jornada podemos leer:

BRIGA, a organizaçom juvenil da esquerda independentista, acolhe este 24 de julho, véspera do Dia da Pátria, com especial entusiasmo e orgulho, por alcançarmos já a décima ediçom da Jornada de Rebeliom Juvenil, o evento anual central da nossa organizaçom desde a sua constituiçom há quase já 10 anos.

Durante as sucessivas ediçons desta Jornada, BRIGA tem trabalhado arreio para contribuir a consolidar o 24 de julho como a data de e para a juventude rebelde do nosso país, umha data em que, à margem de iniciativas patrióticas adultas, as e os mais jovens tivéssemos o nosso próprio espaço de rebeldia, de reivindicaçom, e também de troula e diversom.

E hoje, no décimo ano consecutivo em que organizamos este evento, parabenizamo-nos nom só por ver que o 24 de julho avança na sua consagraçom como data referencial da juventude que rechaça Espanha, o Patriarcado e o Capital, mas também porque desde o passado ano, as organizaçons juvenis da esquerda independentista e nacionalista galega conseguimos que toda essa juventude marchasse numha única manifestaçom nacional e por trás dumha faixa com umha unánime mensagem.

Umha mensagem que este ano nom pode ser mais clara. Umha mensagem em positivo para a juventude galega, e de advertência para o nosso inimigo: as e os jovens mantemos viva a Galiza luitando desde parámetros indiscutivelmente feministas e anti-capitalistas pola independência do nosso país.

Em BRIGA temos claro que se a Galiza segue sendo Galiza é pola vontade que pomos os projetos de emancipaçom nacional, e que de desaparecermos as e os jovens que acreditamos numha Galiza independente, socialista e nom patriarcal, o futuro da nossa naçom, das mulheres e da nossa classe nom será outro que o dumha província mais de Espanha, onde o sistema patriarco-burguês aprofundaria sem qualquer oposiçom popular na nossa exploraçom, alienaçom e submetimento.

Nom há mais que olhar a evoluçom dos ataques do nosso inimigo nos últimos anos. Imposiçom artificialmente normalizada dumha língua alheia ao nosso povo, destruiçom sistemática do nosso território e recursos naturais, desmantelamento planificado dos nossos setores produtivos, empobrecimento e conseqüente desapariçom progressiva da populaçom do meio rural, assimilaçom cultural, ocultamento e manipulaçom da nossa história própria pola historiografia espanhola e um longo et cetera.

Estes nom som ataques casuais, perseguem a nossa desapariçom como realidade nacional diferenciada, como naçom com recursos e riqueza própria e com indiscutível capacidade para exercermos o nosso direito de auto-determinaçom, a nossa independência nacional.

Espanha é um projeto imperialista ao serviço desta ditadura do Patriarcado e o Capital. É um projeto nacional criado e mantido para servir aos interesses da burguesia patriarcal, para perpetuar um marco de acumulaçom de Capital o mais amplo e seguro possível que garanta a fácil exploraçom da maioria social. Espanha é inimiga da Galiza, das mulheres e da classe trabalhadora, e como tal, nom podemos menos que trabalhar por destruí-la. Como tal, nom podemos menos que rechaçar qualquer alternativa oposta à monarquia espanhola, que nom seja umha REPÚBLICA GALEGA, SOCIALISTA E NOM PATRIARCAL.

Nós, como jovens trabalhadoras galegas, sabemos bem do que estamos a falar. A emigraçom, o desemprego crónico, a exploraçom feroz em trabalhos eventuais, a instabilidade e dependência económica da família, fam parte da nossa realidade quotidiana e do nosso entorno mais próximo.

Como mulheres jovens galegas, também sabemos mui bem do que estamos a falar. Quando o nosso salário meio é inferior ao dos homens; quando suportamos a palmadinha do chefe no nosso traseiro; quando se espera que ao chegar de trabalhar devamos ser nós quem fagamos a ceia ao companheiro, marido, ou familiares; quando o governo espanhol cede a soberania sobre o nosso corpo a setores ultra-católicos; quando sofremos assédio sexual polas ruas; ou quando nos imponhem encorsetados modelos de sexualidade.

Nom falamos portanto dumha realidade opressiva longe no tempo e no espaço mas dumha realidade de submetimento e exploraçom cada vez mais aguda na Galiza de hoje e que exige umha urgente resposta, umha resposta que depende e precisa de nós, jovens rebeldes; que precisa e passa necessariamente pola contundente e alargada rebeliom juvenil.

É por isto que em BRIGA, a escassos meses de cumprir o nosso décimo ano de vida e de luita juvenil ininterrompida, estamos convencidas da vigência do nosso projeto político, da indiscutível necessidade dumha organizaçom que traslade a intervençom independentista, socialista e feminista, à juventude galega de extraçom popular.

Umha organizaçom que depois de quase dez anos continua trabalhando por somar mais jovens a exercer o nosso legítimo direito à rebeliom contra Espanha, o Patriarcado e o Capital.

VIVA A JORNADA DE REBELIOM JUVENIL!

VIVA A GALIZA INDEPENDENTE, SOCIALISTA E FEMINISTA!

Tras la lectura del manifiesto, y entre gritos de independencia,  tres encapuchados -iluminados por bengalas- quemaron una bandera española.


viernes, 6 de diciembre de 2013

Comunicado jóvenes independentistas

Durante décadas hemos heredado los principales vicios del Régimen franquista, que nunca nos cansamos de denunciar: la continuiidad de la política económica, de las instituciones recicladas, de la España invisible, del patriarcado más salvaje, de la cruel represión política. La llamada “Transición” no fue sino una Transición de Poderes en que la plácida sucesión en la Jefatura del Estado, del dictador al sucesor elegido por él mismo, es su más elevada expresión. El papel de la izquierda reformista, que se incorporó al franquismo, fue fundamental para el éxito del proceso. La ruptura democrática en el Estado español quedaba y aún queda pendiente.

Ahora, cuando se cumplen 35 años de la Constitución Española del “78″, las organizaciones juveniles revolucionarias de los pueblos bajo jurisdicción del Estado español renovamos nuestra voluntad de tomar las riendas de nuestro destino en un contexto en que el derecho a decidir (indistintamente de su posible aplicación sobre nuestros pueblos, nuestros cuerpos, sobre el modelo económico, sobre el uso del espacio y del entorno, etc.) es permanentemente ignorado. Esta fecha tan simbólica, orgullo del Régimen español que consigue imponer en un clima de miedo y tutela del Ejército español sus reglas de juego, es la que escogemos las diferentes organizaciones juveniles de los pueblos oprimidos para anunciar la creación de un espacio de lucha estratégico, siempre desde el respeto y reconocimiento a las dinámicas que marcan el trabajo en cada territorio, y por lo tanto, a la soberanía de todas ellas.

La situación de la juventud en nuestros pueblos es absolutamente crítica: precariedad laboral, desempleo, exilio, ataque a los derechos sexuales y reproductivos, elitización del sistema educativo, depauperización, mercantilización de los lugares y actividades de ocio, negación de la cultura y lenguas propias etc. Además no podemos dejar de denunciar la criminalización y represión a la que el Régimen español somete a la juventud consecuente y combativa al desarrollar nuestras actividades de lucha militante. Todo este panorama, sin embargo, no no hace caer en el desaliento, más bien nos anima a redoblar los esfuerzos en la construcción de las alternativas existentes, tangibles y serias, qsue nazcan del pueblo y sean por y para el pueblo.

Ante su capitalismo devorador, ante su imperialismo españolizador y ante el patriarcado, la juventud alegre y combativa apostamos firmemente por la liberación nacional de nuestros pueblos, el feminismo y el socialismo. La cuestión de género, la de clase y la nacional son nuestros tres ejes de lucha prioritarios. Nuestros movimientos no existen para mendigar migajas, nacen para vencer y para conquistar el futuro mediante la constancia, la consecuencia y la fortaleza ideológica que nos caracteriza.

Desde las organizaciones juveniles de los pueblos oprimidos por el Estado español, queremos hacer pública nuestra firme decisión de avanzar por este camino de ilusión y esperanza. Y especialmente, de hacerlo con el internacionalismo por bandera, sabiendo que la destrucción de toda la red institucional del Régimen español, de la economía criminal capitalista y de las mentalidades obsoletas tiene que ser una tarea compartida por todos y todas las que creemos en la justicia social. Desde aquí desafiamos al Régimen español y reiteramos nuestro firme compromiso de continuar luchando desde nuestros territorios, día a día y cueste lo que cueste hasta conseguir la plena liberación nacional, social y sexual de nuestros pueblos.

En Madrid, a 6 de Diciembre de 2013

ARRAN (Paisos Cataláns), Azarug (Canarias), BRIGA (Galiza), DARRÉU (Asturies), ERNAI (Euskal Herria), ISCA! (Galiza), JALEO!!! (Andaluzia), PURNA (Aragón), YESCA (Castilla)

viernes, 11 de octubre de 2013

Dia da Galiza combatente

Este día se  considera el 'Dia da Galiza Combatente' ya que se celebra el aniversario de la muerte de Lola Castro Lamas Mariana y Jose Vilar Regueiro Marcos, dos miembros del Exército Guerrilheiro do Povo Galego Ceive (EGPGC) que murieron en tal fecha en 1989 al estallarles un artefacto que iban a colocar.
Esta celebración se realiza desde 2001, cuando la instauró NOS-UP manifestando:

enquanto outros luitadores e luitadoras passárom à nossa História por direito próprio, sobre Lola e José semelha pairar um manto de silêncio e esquecimento. Manto que é a nossa obriga destruir para restituí-los ao lugar que merecem. A nós unicamente nos corresponde a homenagem, o reconhecimento político à sua generosidade e combatividade nesta luita que continuamos e, finalmente, o compromisso coletivo de que as suas vidas, como a de Moncho, as de Amador e Daniel, as do “Piloto”, Zélia, “Foucelhas”, Benigno Álvares, Alexandre ou os fusilados em Carral, nom cairám no esquecimento nem passáram a ser as últimas expressons de rebeldia de um povo que existiu.

Anteriormente los independentistas solían reivindicar el 17 de agosto (Dia da Galiza mártir), aniversario del fusilamiento en julio de 1936 del político nacionalista Alexandre Bóveda o el 12 de agosto.fecha de la muerte en agosto de 1975 de Moncho Reboiras (miembro de UPG) en un tiroteo con la policía.


Con tal motivo se celebraron algunos actos en varias localidades gallegas organizados por AMI, BRIGA y NOS-UP.


viernes, 13 de septiembre de 2013

Contra la sentencia a miembros de RG

La asociación 'Ceivar' (Liberar, en castellano), junto con una quincena de asociaciones nacionalistas o independentistas gallegas, así como grupos y colectivos ecologistas, feministas, juveniles, culturales y sindicales señalaron en un comunicado que las condenas contra independentistas gallegos constituyen una "brutalidad represiva del Estado".
En la nota, que fue leída en conferencia de prensa por el portavoz de Ceivar, Nahuel Martearena, las citadas asociaciones y grupos opinan que esa sentencia judicial denota un "Estado obsesionado con su propia integridad territorial".
Martearena indicó que la sentencia hacia los cuatro detenidos, algunos de los cuales conoce personalmente, le parece "desproporcionada".


El texto de la nota:

1º Rechazamos a brutalidade represiva do Estado español que se evidencia na sentenza ditada onte contra catro independentistas galeg@s. Condenalos a penas de 10 e 18 anos de prisión é unha barbaridade represiva dun punto de vista democrático perpetrada por un tribunal que carece das máis mínimas garantías xurídicas esixíbeis e realiza xuízos políticos. É significativa esta contundencia penal contra quen defenden un lexítimo ideario político, mentres ladróns de garavata, corruptos, saqueadores do erario público, incendiarios organizados, etc. campan ás súas anchas.

2º A creación xurídica, por parte da Audiencia Nacional, dunha suposta “organización terrorista” a operar en Galiza é, en mans dun Estado obsesionado coa súa propia “integridade territorial” e coa criminalización e persecución dos procesos soberanistas, un instrumento represivo de primeira orde que levanta a veda para criminalizar e penalizar organizacións sociais e políticas de signo nacionalista, contradí as explicacións dadas polas persoas condenadas durante o xuízo e é contraria ao sentir absolutamente maioritario da sociedade galega. Con esta sentenza, encontrámonos ante a importación para Galiza da antidemocrática Ley de Partidos.

3º Valoramos que esta sentenza, que evidencia o trunfo das teses mais regresivas para unha abordaxe en termos penais e policiais das posicións soberanistas, é unha sentenza política e pretende abrir as portas para a criminalización das persoas e organizacións que reivindicamos lexitimamente a soberanía nacional do noso país e a solidariedade coas persoas presas.

4º Chamamos á sociedade galega a concentrarse hoxe ás 20:00 h. en rexime de auto-convocatoria nas vilas e cidades do noso país para expresar o noso rechazo frontal a este salto cualitativo que, coa sentenza de Madrid, acaba de dar a represión política. Hoxe, a solidariedade, por riba de siglas e de diferencias políticas e ideolóxicas, é unha obriga de calquer demócrata frente a un Estado corrupto e antidemocrático que avanza nun proceso constante de fascistización. Neste sentido, animamos á sociedade galega a estar pendente das próximas convocatorias solidarias que se realizarán.

Apoyan el escrito:

Anova Irmandade Nacionalista

Adiante

Agrupaçom de Montanha Aguas Limpas (AMAL)

Assembleia da Mocidade Independentista (AMI)

Bloque Nacionalista Galego (BNG)

Briga

Candidatura do Povo

Causa Galiza

Ceivar Organismo Popular Anti-repressivo

Central Unitaria de Traballaras/es (CUT)

CIG

Confederación Intersindical Galega (CIG)

Confederación Nacional do traballo -Compostela (CNT-compostela)

CUT

Esquerda Unida (EU)

Federación Rural Galega (FRUGA)

Frente Popular Galega (FPG)

FRUGA

Galiza Nova

Isca!

Liga Estudantil Galega (LEG)

Mulheres Galegas em Resistência (MUGRE)

Movimento Galego ao Socialismo (MGS)

Nós - Unidade Popular (Nós-up)

Partido Comunista do Povo Galego (PCPG)

Que voltem para a casa!

Silveira


En siete ciudades gallegas se celebraron pequeñas concentraciones en protesta por la sentencia, la más numerosa en Santiago de Compostela.

lunes, 17 de junio de 2013

Manifiesto en solidaridad con presos

La coalición Alternativa Galega de Esquerda (AGE), que lidera Xosé Manuel Beiras, se adhiere al manifiesto ciudadano en defensa de los cuatro activistas gallegos que serán juzgados por su presunta pertenencia al grupo terrorista Resistencia Galega, así como por tenencia de explosivos y por falsificación de documentos.
AGE se suma así a fuerzas independentistas como la FPG, Nós-UP, Causa Galiza o a sindicatos como la CUT, CNT y CIG, que respaldaron el manifiesto en favor de los detenidos Eduardo Vigo, Roberto Rodrigues, Maria Ossório y Antom Santos.
A través de una nota de prensa, Alternativa denuncia la aplicación de «medidas xurídicas de excepción» a los presos independentistas, así como una completa «ausencia de respecto» de sus garantías constitucionales.
Denuncia esta formación parlamentaria que la «dispersión» a la que fueron sometidos estos presos, unido a que estuvieron en prisión «durante máis dun ano sen xuízo» y a que se quebró «calquera presunción de inocencia», no aseguran que se pueda celebrar un juicio justo en la Audiencia Nacional, a la que en el manifiesto firmado se considera un «tribunal de excepción» que responde «a directrices políticas» del Gobierno y que «carece das mínimas garantías xurídicas esixibles».

Dos días más tarde, el portavoz de AGE, Xosé Manuel Beiras, manifestó que "el único crimen que cometieron es ejercer indignación" y que a eso "se le llama terrorismo"; también criticó que estas personas estén "sometidas a una situación límite que conculca absolutamente las normas internacionales".

Ante ello, el presidente de la Xunta, Alberto Núñez Feijóo, criticó lo que calificó como “elogios” del portavoz de AGE en el Parlamento gallego, Xosé Manuel Beiras, al grupo Resistencia Galega. Feijóo indicó que aguarda que los portavoces de los distintos grupos digan lo que se vive “cada vez que hay un atentado o explota un artefacto en cualquier inmueble o calle de Galicia”. Señaló que supone que “sabrán defender” a las personas, ciudadanos y profesores que sufrieron este tipo de artefactos en sus casas.
“Y sobre los elogios de Beiras a RG solo puedo decir que Galicia sabe lo que opina sobre este grupo violento y que provoca actos violentos y que se juzga por terrorismo”, dijo.
Por este motivo aseguró, recordando recientes desencuentros entre ambos, que “a veces” prefiere que le descalifique a que le elogie. “Si elogia a RG estoy convencido de que puede ser uno de los excepcionales gallegos que puede elogiar actos de vandalismo, de violencia y de terrorismo en Galicia”, afirmó.
Por su parte, la portavoz del PPdeG, Paula Prado, calificó de “indecentes” las palabras de Beiras “en las que justificaba la tenencia de explosivos y la falsificación de documentos públicos”.
La popular vio lamentable que para Beiras “las decisiones de un gobierno justifiquen acciones violentas”, y recordó que Resistencia Galega “es una organización terrorista que utiliza artefactos explosivos para quemar oficinas bancarias pero también sedes de partidos políticos”.
Por ello, Prado confió en que la declaración de Beiras la ejerza “en calidad de testigo y no como parte de la defensa”. “Resulta grave autodefinirse como líder antisistema cuando se lleva cobrando casi 30 años de él, pero más aún lo es beneficiarse del sistema mientras se justifica y ampara a quienes quieren derribarlo a golpe de explosivo”, dijo.


El manifiesto apareció en la Plataforma en Internet de peticiones Change.org dos días antes:


Manifesto Cidadám de Solidariedade com os independentistas julgados em Madrid



   Os agentes sociais, sindicais e políticos que assinamos esta declaraçom queremos transmitir à sociedade galega, à vista do juízo de quatro independentistas galegas a celebrar na Audiencia Nacional de Madrid Nos próximos dias 24 e 25 de junho, as seguintes questons que provocam em nós profunda preocupaçom e consideramos da máxima importáncia:


1ª Denunciamos a excecionalidade jurídica a que estám submetidos os cidadáns galegos Eduardo Vigo Domínguez, Roberto Rodrigues Fialhega e Antom Santos Peres, presos sem se celebrar o seu juízo desde há ano e meio e dispersados a centos de quilómetros dos seus lugares de residência num incumprimento flagrante da legislaçom e dos convénios e acordos internacionais assinados polo Estado espanhol nesta matéria que reflitem, com absoluta claridade, que nengum preso ou presa pode permanecer encarcerado longe do seu lugar de residência e contorna social.


2ª Queremos exprimir a nossa solidariedade e afecto aos familiares dos independentistas presos e denunciar a extorsom económica à que som submetidos como resultado da dispersom penitenciária, que se traduz num gasto semanal insustentável para deslocar-se a prisons situadas a centos de quilómetros e poder visitar, durante só 45 minutos, os seus seres queridos. Além desta extorsom, sumemos o esgotamento físico e o risco de acidente em estradas durante meses e anos e compreenderemos que esta situaçom, além de ilegal, é inumana.


3º Preocupa-nos o intenso impulso político que adivinhamos neste juízo, com petiçons que alcançam 64 anos de cárcere para a e os independentistas julgados e a certeza de que, como tribunal de exceçom que é, a Audiencia Nacional responde a directrizes políticas e carece das mínimas garantías jurídicas exigíveis, como já denunciárom organizaçons de direitos humanos e instáncias internacionais.


4ª A nossa preocupaçom alcança o zénite ante a possibilidade de que este tribunal ditamine nesse juízo a existência dumha “organizaçom terrorista” na Galiza da que supostamente fariam parte os processados e a processada Maria Ossório. Esta é, de fato, junto às desorbitadas penas solicitadas, a questom essencial a dirimir e a que possibilita semelhantes petiçons. Valoramos que a formalizaçom jurídica da existência desta suposta “organizaçom” é umha estratagema do Estado para abrir as portas à criminalizaçom do soberanismo, facilitando detençons, ilegalizaçons e o agravamento do já de por si agudo déficit democrático que suportamos.


   Neste sentido, chamamos à sociedade a valorizar e reivindicar os pontos acima expostos e a estar alerta ante a eventualidade de que, no que pode ser unha aplicaçom em Galiza do que se conhece como Direito Penal do Inimigo, o juízo dos dias 24 e 25 dé pé a umha volta de porca na repressom política contra a ideologia e as organizaçons soberanistas e independentistas que seria de todo ponto de vista antidemocrática e inaceptável.

Organizaciones y colectivos firmantes:

Adiante
Agir
Assembleia da Mocidade Independentista (AMI)
Briga
Causa Galiza
Causa Obreira
Ceivar
CIG-Servizos
CNT-Compostela
Coletivo Nacionalista de Marin (CNM)
Comités
Conas Ceives
Central unitaria de traballadoras/es (CUT)
C.S Aturuxo
C.S. Mádia Leva!
C.S. Revira
C.S. Sem Um Cam
C.S. Xebra!
Federación Rural Galega (Fruga)
Frente Popular Galega (FPG)
Fundaçom Artábria
GalizaLivre
Galiza Nova
Isca!
Liga Estudantil Galega (LEG)
Mulheres Nacionalistas Galegas (MNG)
Movemento pola Base (MpB)
NÓS-Unidade Popular (Nós-up)
Organizaçom para a Liberaçom Nacional (OLN)
Rede Feminista Galega
Siareiras Galegas
Silveira

viernes, 30 de marzo de 2012

Curso de formación

Comienza en Teo (La Coruña) un nuevo curso de formación (Escola de Formaçom) organizado por BRIGA y AGIR que durará tres días.
Intervienen Carlos García, José Miguel Ramos y Carlos Morais.

domingo, 24 de julio de 2011

Ataque contra cajero automático

Tres jóvenes militantes de BRIGA son detenidos por la policía acusados de intentar atacar a una patrulla con artefacto incendiarios tras una manifestación celebrada en Santiago de Compostela. Fueron puestos en libertad horas  más tarde.
Esa misma noche fue atacado un cajero automático de 'Novacaixagalicia' en la misma ciudad con un artefacto incendiario que causó algunos daños. También fueron quemados dos contenedores.

martes, 8 de febrero de 2011

Detenido miembro de BRIGA

Detenido en Vigo Simón Ubeira, de 21 años, militante de BRIGA, por su posible participación en incidentes ocurridos el pasado 27 de enero.

miércoles, 14 de octubre de 2009

Dos detenidos en Vigo

Dos militantes de BRIGA son detenidos de madrugada por efectuar pintadas en cuatro sucursales bancarias en Vigo. Simón Ubeira y Adrián Vázquez quedaron en libertad horas más tarde y fueron luego condenados en un juicio de faltas a sendas multas de mil cien euros cada uno y a seis días de localización domiciliaria.
Los hechos sucedieron sobre las dos de la madrugada del 14 de octubre cuando Simón Ubeira y Adrián Vázquez Arranz fueron detenidos por la policía tras haber sido identificados por testigos realizando pintadas en las fachadas de varios bancos situados en la calle Fragoso.
En concreto, las pintadas, alusivas a la crisis y a la especulación de las entidades financieras fueron realizadas por los dos jóvenes de 19 y 21 años en las oficinas de Caixanova, Banco de Santander, la Caixa y Banco Pastor.

jueves, 2 de junio de 2005

Operación contra BRIGA

Agentes de la Guardia Civil detienen en La Coruña a seis militantes de la organización juvenil independentista BRIGA, una organización juvenil revolucionaria creada hace ocho meses encuadrada en el denominado Movimiento de Liberación Nacional Gallego.
En la denominada "operación Cacharrón" fueron detenidos los días 2 y 3 las siguientes personas: Diego Bernal Rico, Vreixo Formoso Lopes, Iria Leis Figueiroa, Berta Lopes Permui, Daniel Lourenço Mirom y Afonso Mendes Souto.
Fueron puestos en libertad provisional con cargos ya que se les acusa de distintas acciones, en especial en protesta contra la celebración del Día de las Fuerzas Armadas el pasado 29 de mayo.

miércoles, 18 de mayo de 2005

Actuación de BRIGA

Tres militantes de la organización juvenil independentista BRIGA son detenidos por la policía en La Coruña cuando intentaban derribar la estatua de Millán Astray serrando las piernas.
Los detenidos fueron identificados como Breixo Formoso, Afonso Mendes y Borja Neves. Los tres fueron condenados por una falta.

viernes, 18 de marzo de 2005

Los jóvenes se "forman"

Del 18 al 20 de marzo tiene lugar en Salvatierra de Miño (Pontevedra) un encuentro organizado por AGIR y BRIGA denominado 'Escola de Formaçom´0' y con el lema 'Caminhos  de subversom' con la intervención de Manuel Soto, André Seoane Antelo, Carlos Morais y Vreixo Formoso.
Hubo también un concierto de 'Presencia Zero' en el que se escucharon gritos de "Povo armado, povo respeitado", "Independência" e "Fora as forças de ocupaçom".