Dos encapuchados vierten líquido inflamable en un cajero de Caixa Galicia en Santiago de Compostela y luego lo prenden fuego causando importantes daños.
El ataque coincide con la reunión o cumbre en dicha ciudad de los ministros de Interior y Justicia de la Unión Europea.
Blog que detalla de modo cronológico la actividad violenta del grupo denominado 'Resistencia galega', en especial los atentados, así como la actividad de las fuerzas de seguridad en su persecución, detallando las detenciones de sus militantes y simpatizantes. Incluye algunas actividades violentas de independentistas gallegos y de grupos anarquistas que actúan en Galicia, así como referencias al movimiento independentista gallego en general.
jueves, 14 de febrero de 2002
lunes, 17 de diciembre de 2001
Incidentes en la Universidad
Un numeroso grupo de radicales que protestaba contra la LOU interrumpe la reunión del claustro de la Universidad de Santiago de Compostela de modo violento y causa algunos daños; el rector Darío Villanueva, fue luego perseguido por el campus y tuvo que esconderse.
.- Unos desconocidos colocan un artefacto incendiario en la puerta de la sede del PSOE en La Coruña que al estallar causó algunos daños.
.- Unos desconocidos colocan un artefacto incendiario en la puerta de la sede del PSOE en La Coruña que al estallar causó algunos daños.
martes, 11 de diciembre de 2001
Incidentes en Santiago
Un grupo de jóvenes radicales independentistas (probablemente vinculados a AGIR) golpean al miembro de Xuventudes Socialistas José Luis Valcarce que se encontraba en las inmediaciones de una marcha que se celebraba en Santiago de Compostela contra la ley de Universidades (LOU).
miércoles, 5 de diciembre de 2001
Ataque a los juzgados
Lanzamiento de artefactos incendiarios contra los juzgados de Vigo que causan escasos daños. En el comunicado de reivindicación, los autores también mencionan un ataque contra dos vehículos de la Guardia Civil en Pontevedra, que no se sabe bien se refiere a los daños causados en dos vehículos tras un incidente tumultuario ocurrido en Laracha.
lunes, 12 de noviembre de 2001
Sabotaje fallido
Una decena de artefactos incendiarios son descubiertos debajo de varios de los camiones que participan en las obras de construcción de la Ciudad de la Cultura en Santiago de Compostela. La policía retiró las artefactos tras ser avisada por personal de la obra
viernes, 19 de octubre de 2001
Segunda asamblea de AGIR
Se celebra la segunda Asamblea "nacional" de la organización estudiantil independentista de izquierdas AGIR.
En la segunda resolución acuerda:
En la segunda resolución acuerda:
AGIR sauda a criaçom da organizaçom política independentista, socialista e antipatriarcal,
NÓS-Unidade Popular, como expressom plural, unitária e de massas da cristalizaçom orgánica
da unidade da esquerda independentista.
AGIR reconhece a NÓS-Unidade Popular como referente político do estudantado
independentista e revolucionário, desejando grandes êxitos políticos no longo caminho de luita
a prol de umha Galiza independente, socialista e antipatriarcal.
sábado, 6 de octubre de 2001
Dia da Galiza Combatente
Se celebra por primera vez el Día da Galiza Combatente, organizado por NOS-UP en recuerdo de dos militantes del EGPGC (Lola Castro y José Vilar) que murieron accidentalmente al estallarles el explosivo que llevaban.
El acto tuvo lugar en Culleredo, pueblo donde nació José Vilar, como “Concentraçom e ato político em lembrança d@s noss@s compatriotas caídos e represaliad@s na luita pola liberdade da Galiza”. En el texto leído se decía:
Dim que nom se perde um direito enquanto houver alguém que o reclama. Quando em junho passado constituíamos em Compostela esta emergente organizaçom de massas para a libertaçom nacional, sabíamos que nom partíamos de zero: desde os textos dos cronistas da Antigüidade, que nos falam de um povo combativo e de mulheres indomáveis, até a morte num operativo militar de Lola e José em 1991, ou a luita em prisom dos presos e presas independentistas em 2001, a nossa história foi a de um povo capaz de impulsionar as primeiras revoltas populares da Europa moderna, capaz de desenvolver resistências para enfrentar o processo de “Doma y Castración del Reino de Galicia” impulsionado pola Coroa de Castela. Um povo que, já bem entrado o século XIX, tinha militares insurgentes que afirmavam, de jeito provavelmente rudimentário, a existência da Galiza como sujeito de direitos nacionais.
Joám Peres (NOS-UP) afirmó en su discurso:
Quando em Junho passado constituíamos em Compostela esta emergente organizaçom de massas para a libertaçom nacional, sabíamos que nom partíamos de zero: desde os textos dos cronistas da Antigüidade, que nos falam de um povo combativo e de mulheres indomáveis, até a morte num operativo militar de Lola e José em 1991, ou a luita em prisom dos presos e presas independentistas em 2001, a nossa história foi a de um povo capaz de impulsionar as primeiras revoltas populares da Europa moderna, capaz de desenvolver resistências para enfrontar o processo de Doma y Castración del Reino de Galicia impulsionado pola Coroa de Castela. Um povo que, já bem entrado o século XIX, tinha militares insurgentes que afirmavam, de jeito provavelmente rudimentário, a existência da Galiza como sujeito de direitos nacionais.
Esse mesmo povo sustivo política e materialmente desde 1936 umha guerrilha urbana e rural ánti-fascista cujo último resistente caía em 1965, articulou desde a clandestinidade organizaçons nacionalistas de massas e desenvolveu, no último quartel do século XX, três projectos político-militares para a sua própria Libertaçom nacional e social.
Som demasiadas as evidências históricas contrárias como para falarmos da Galiza só como o país submisso e resignado de que nos fala umha História contada por outros.
EXISTE UMHA TERCEIRA, EVIDENTE E ÚLTIMA RAZOM para datarmos em 11 de Outubro o Dia da Galiza Combatente: na madrugada dessa jornada de 1991, Lola Castro Lamas e José Vilar Regueiro, militantes independentistas e membros do Exército Guerrilheiro do Povo Galego Ceive, morriam ao fazer-lhes explosom acidentalmente um artefacto destinado a combater os interesses do narcotráfico na Galiza. Enquanto outros luitadores e luitadoras passárom à nossa História por direito próprio, sobre Lola e José semelha pairar um manto de silêncio e esquecimento. Manto que é a nossa obriga destruir para restituí-los ao lugar que se merecem.
Nom vamos louvar aqui as suas pessoas. Os seus factos falam por si próprios e em todo o caso corresponderá fazê-lo a aquelas pessoas que os conhecêrom em vida e que compartilhárom com ele e com ela sonhos, militáncias e instrumentos de luita.
A nós unicamente nos corresponde a homenagem, o reconhecimento político à sua generosidade e combatividade nesta luita que continuamos e, finalmente, o compromisso colectivo de que as suas vidas, como a de Moncho, as de Amador e Daniel, as de "O Piloto", Zélia, "O Foucelhas", Benigno Álvares, Alexandre ou os fusilados em Carral, nom cairám no esquecimento nem passarám a fazer parte das últimas expressons de rebeldia de um povo que existiu.
Estas som as três fundamentais razons para impulsionar a existência e, num futuro próximo, a celebraçom popular, de um Dia da Galiza Combatente.
Digamo-lo com claridade: estas três e mais nengumha. Nom está na nossa intençom consolidar umha data para um calendário reservado a independentistas com cartom de militante. Nom procuramos umha escusa para a autoafirmaçom partidista deste ou aquele projecto político com siglas.
Finalmente, e reconhecendo a legitimidade e a validade de todos os métodos de luita no processo de Libertaçom nacional e social da Galiza, nom estamos a postular mecanicamente a traslaçom à cojuntura actual dos meios de intervençom política que outros galegos e galegas empregárom em contextos que nom som o presente.
À aposta política que constituímos em 2 e 3 de Junho deste ano corresponde impulsionar e favorecer estas e outras expressons de um povo insubmisso que encara o seu futuro com optimismo. Só assi poderemos dizer-lhes mais umha vez aos espanhóis, e no nome dos e das que já nom estám, que continuam a ser uns imperialistas fracassados.
VIVA O DIA DA GALIZA COMBATENTE!!!
VIVA GALIZA CEIVE, SOCIALISTA E ÁNTI-PATRIARCAL!!!
ALEXANDRE, MONCHO, LOLA E JOSÉ, PRESENTES!!!
A LUITA CONTINUA!!!
Joám Peres (NOS-UP) afirmó en su discurso:
Quando em Junho passado constituíamos em Compostela esta emergente organizaçom de massas para a libertaçom nacional, sabíamos que nom partíamos de zero: desde os textos dos cronistas da Antigüidade, que nos falam de um povo combativo e de mulheres indomáveis, até a morte num operativo militar de Lola e José em 1991, ou a luita em prisom dos presos e presas independentistas em 2001, a nossa história foi a de um povo capaz de impulsionar as primeiras revoltas populares da Europa moderna, capaz de desenvolver resistências para enfrontar o processo de Doma y Castración del Reino de Galicia impulsionado pola Coroa de Castela. Um povo que, já bem entrado o século XIX, tinha militares insurgentes que afirmavam, de jeito provavelmente rudimentário, a existência da Galiza como sujeito de direitos nacionais.
Esse mesmo povo sustivo política e materialmente desde 1936 umha guerrilha urbana e rural ánti-fascista cujo último resistente caía em 1965, articulou desde a clandestinidade organizaçons nacionalistas de massas e desenvolveu, no último quartel do século XX, três projectos político-militares para a sua própria Libertaçom nacional e social.
Som demasiadas as evidências históricas contrárias como para falarmos da Galiza só como o país submisso e resignado de que nos fala umha História contada por outros.
EXISTE UMHA TERCEIRA, EVIDENTE E ÚLTIMA RAZOM para datarmos em 11 de Outubro o Dia da Galiza Combatente: na madrugada dessa jornada de 1991, Lola Castro Lamas e José Vilar Regueiro, militantes independentistas e membros do Exército Guerrilheiro do Povo Galego Ceive, morriam ao fazer-lhes explosom acidentalmente um artefacto destinado a combater os interesses do narcotráfico na Galiza. Enquanto outros luitadores e luitadoras passárom à nossa História por direito próprio, sobre Lola e José semelha pairar um manto de silêncio e esquecimento. Manto que é a nossa obriga destruir para restituí-los ao lugar que se merecem.
Nom vamos louvar aqui as suas pessoas. Os seus factos falam por si próprios e em todo o caso corresponderá fazê-lo a aquelas pessoas que os conhecêrom em vida e que compartilhárom com ele e com ela sonhos, militáncias e instrumentos de luita.
A nós unicamente nos corresponde a homenagem, o reconhecimento político à sua generosidade e combatividade nesta luita que continuamos e, finalmente, o compromisso colectivo de que as suas vidas, como a de Moncho, as de Amador e Daniel, as de "O Piloto", Zélia, "O Foucelhas", Benigno Álvares, Alexandre ou os fusilados em Carral, nom cairám no esquecimento nem passarám a fazer parte das últimas expressons de rebeldia de um povo que existiu.
Estas som as três fundamentais razons para impulsionar a existência e, num futuro próximo, a celebraçom popular, de um Dia da Galiza Combatente.
Digamo-lo com claridade: estas três e mais nengumha. Nom está na nossa intençom consolidar umha data para um calendário reservado a independentistas com cartom de militante. Nom procuramos umha escusa para a autoafirmaçom partidista deste ou aquele projecto político com siglas.
Finalmente, e reconhecendo a legitimidade e a validade de todos os métodos de luita no processo de Libertaçom nacional e social da Galiza, nom estamos a postular mecanicamente a traslaçom à cojuntura actual dos meios de intervençom política que outros galegos e galegas empregárom em contextos que nom som o presente.
À aposta política que constituímos em 2 e 3 de Junho deste ano corresponde impulsionar e favorecer estas e outras expressons de um povo insubmisso que encara o seu futuro com optimismo. Só assi poderemos dizer-lhes mais umha vez aos espanhóis, e no nome dos e das que já nom estám, que continuam a ser uns imperialistas fracassados.
VIVA O DIA DA GALIZA COMBATENTE!!!
VIVA GALIZA CEIVE, SOCIALISTA E ÁNTI-PATRIARCAL!!!
ALEXANDRE, MONCHO, LOLA E JOSÉ, PRESENTES!!!
A LUITA CONTINUA!!!
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